Brancati alia sarcasmo a hilaridade ao utilizar a metáfora do belo Antonio, o jovem impotente que representa o limite encarnado do supremo ideal do fascismo e da sociedade burguesa meridional, no sexo, na impotência moral, militar e política do regime, em sua falência, na derrota italiana, com a consciência desolada pela inutilidade dos esforços para mudar o mundo. O diretor Mauro Bolognini filmou o livro tendo como protagonista Marcello Mastroianni em 1960.
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