Quando Paulo, o tagarela, expôs o Evangelho de Jesus em Atos 17 no Areópago, em Atenas, a pregação teve seu efeito tanto na sua própria rejeição como na conversão de Dionísio, o areopagita.
No futuro, pensou-se que o escritor do texto sobre os nomes divinos fosse o mesmo Dionísio do Areópago convertido pela pregação de Paulo, o tagarela - erroneamente. Tal é a razão de o "nome" desse filósofo aí ser Dionísio Pseudo-Areopagita. lol
Me parece que esse cara aí tentou ser um engraçadinho diferentão. Acho que foi um ponto negativo nas tão boas aulas de Filosofia Medieval.
Ele escreve que as Escrituras da Religião Cristã é permeada de ações de Deus tanto na criação do mundo como na relação de Deus com o homem, de forma que o homem possa entender, conhecer e experimentar os atributos divinos. Mas, de acordo com o Sr Pseudo, essa experiência surge pela capacidade de percepção e sentidos que o homem possui (que por sinal possui muitas limitações) através de nomes ou conceitos que indicam propriedades atribuídas a Deus em determinadas ações. Assim, o nosso entendimento de que "Deus criou o mundo logo Deus é bom" e "Deus amou o mundo logo Deus é amor" são exemplos de atributos divinos.
Mas como Deus transcende toda razão humana e não deve haver semelhante ser, a melhor forma de comunicar os seus atributos, de acordo com o Sr Pseudo, seria através destas nomeações que as ações divinas indicam. Ele sugere que, para se aproximar dos atributos inefáveis de Deus, é necessário primeiramente negar os "atributos comunicáveis" expressas nas Escrituras. Ainda que se apropriar desta "teologia negativa" seja um tanto obscuro, esta seria a melhor forma sobre como poderíamos nos aproximar do verdadeiro entendimento sobre atributos inefáveis de Deus. Portanto, negar atributos de Deus, como dizer "Deus não é bom", seria o primeiro passo para entender Deus em sua absoluta transcendência.
Não parece fazer muito sentido pra mim.