O livro integra uma série especialmente dirigida aos estudantes do curso superior de Ciências Contábeis. Este volume é dedicado a temas contábeis mais complexos. Traz atividades práticas e testes de Exame de Suficiência, bem como de concursos públicos. Aborda temas como Normas de Contabilidade, Métodos do Custo e do Valor Justo, Método da Equivalência Patrimonial, Juros Remuneratórios do Capital Próprio, Demonstração dos Fluxos de Caixa, Demonstração do Valor Adicionado, Matriz e Filiais, Consolidação das Demonstrações Contábeis, entre outros. Nesta 6ª edição foram incorporadas importantes atualizações, as quais contemplaram as revisões em várias NBCS TGS processadas pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) até o início de 2017, bem como a revogação da Resolução CFC n. 750/1993 efetuada por meio da NBC TSP Estrutura Conceitual – Estrutura Conceitual para elaboração e divulgação de informação contábil de Propósito Geral pelas Entidades do Setor Público. Essas atualizações abrangeram, também, as mudanças introduzidas na legislação brasileira em geral, desde o ano de 2005 até 2017. Portanto, é para você, estudante, que dedicamos mais este livro, elaborado cuidadosamente com o objetivo de colaborar para que o ensino e a aprendizagem da Contabilidade fiquem cada vez mais fáceis. Sumário Capítulo 1 – Normas de Contabilidade 1.1 Conceito 1.2 Os primeiros princípios no Brasil 1.3 A primeira revisão dos princípios no Brasil . 1.4 A segunda revisão dos princípios no Brasil 1.5 A revogação da Resolução CFC n. 750/1993 1.6 Estrutura conceitual básica da Contabilidade. 1.7 Estrutura conceitual fundamentada no IASB 1.8 Primazia da essência sobre a forma . 1.9 Legislação Tributária × Normas Internacionais de Contabilidade 1.10 Características qualitativas da informação contábil-financeira útil 1.11 Normas Brasileiras de Contabilidade 1.11.1 Introdução 1.11.2 Estrutura das Normas Brasileiras de Contabilidade 1.11.3 Interpretações e comunicados técnicos 1.11.4 Identificação das Normas 1.11.5 Como as Normas Internacionais ingressam no Brasil 1.12 NBC TG Estrutura Conceitual Capítulo 2 – Métodos do Custo e do Valor Justo 2.1 Introdução 2.2 Instrumentos financeiros 2.3 Investimentos 2.4 Método do Custo 2.4.1 Conceito 2.4.2 Mecanismo de avaliação de investimentos pelo Método do Custo 2.4.3 Aspectos legais 2.4.4 Investimentos sujeitos a avaliação pelo Método do Custo 2.4.5 Valor de realização e valor de mercado 2.5 Método do Valor Justo 2.5.1 Conceito 2.5.2 Mecanismo de avaliação pelo Método do Valor Justo 2.5.3 Aspectos legais 2.5.4 Aspectos normativos 2.6 Mensuração de investimentos no Ativo Circulante e no Realizável a Longo Prazo 2.6.1 Categorias de investimentos 2.6.2 Mensuração de investimentos 2.6.3 Mensuração de investimentos no grupo Investimentos do ANC Capítulo 3 – Método da Equivalência Patrimonial (MEP) 3.1 Conceito 3.2 Mecanismo de avaliação de investimentos pelo MEC 3.2.1 Mensuração inicial 3.2.2 Mensuração posterior 3. Método do Custo × Método da Equivalência Patrimonial 3.4 Aspectos legais e normativos 3.5 Investimentos sujeitos ao MEP 3.5.1 Quem deve aplicar a Equivalência Patrimonial? 3.5.2 Coligadas 3.5.3 Controladas 3.5.4 Controlada em conjunto 3.5.5 Sociedades que fazem parte de um mesmo grupo 3.5.6 Participação direta e indireta 3.5.7 Valor contábil do investimento sujeito ao MEP 3.6 Procedimentos para aplicação do MEP 3.7 Variações no Patrimônio Líquido da Investida 3.7.1 Introdução 3.7.2 Lucros apurados pela investida 3.7.3 Prejuízos apurados pela investida 3.7.4 Ajustes de exercícios anteriores 3.7.5 Reservas de Capital 3.7.6 Aumento de Capital 3.7.7 Lucros não realizados 3.8 Ágio e Deságio 3.8.1 Conceitos 3.8.2 Valor de patrimônio líquido 3.8.3 Mais valia 3.8.4 Menos valia, compra vantajosa ou deságio. 3.8.5 Ágio por Expectativa de Rentabilidade Futura (goodwill) 3.8.6 Disciplinas das Normas Contábeis e da Legislação Tributária 3.9 Exemplo prático Capítulo 4 – Juros remuneratórios do Capital Próprio 4.1 Conceito 4.2 Tratamento legal 4.3 Condições para a Dedutibilidade 4.4 Base de Cálculo 4.5 Taxa 4.6 Limite para Dedutibilidade 4.7 Exemplo prático 1 – Sem Exceder o Limite 4.8 Exemplo prático 2 – Excedendo o Limite 4.9 Imputação dos Juros aos Dividendos Obrigatórios 4.10 Exemplo prático 3 – Imputação aos Dividendos Obrigatórios 4.11 Os JCP nas Companhias Abertas – Deliberação CVM 4.12 Exemplo prático 4 – Deliberação CVM Capítulo 5 – Ações e Debêntures 5.1 Ações 5.1.1 Conceito 5.1.2 Número e valor nominal das ações 5.1.3 Classificação das ações 5.1.4 Ações nominativas 5.1.5 Classes de ações 5.1.6 Resgate, amortização e reembolso de ações 5.1.7 Ações em tesouraria 5.2 Debêntures 5.2.1 Conceito 5.2.2 Direitos e garantias asseguradas aos debenturistas 5.2.3 Espécie 5.2.4 Criação e emissão das Debêntures 5.2.5 Agente fiduciário dos debenturistas 5.2.6 Cédula de Debêntures 5.2.7 Emissão de Debêntures no exterior 5.2.8 Vencimento e extinção das Debêntures 5.2.9 Exemplo prático Capítulo 6 – Patrimônio Líquido 6.1 Introdução 6.2 Capital Social 6.2.1 Conceito 6.2.2 Capital Autorizado 6.2.3 Aumento e diminuição do Capital 6.2.4 Adiantamentos para futuro aumento de Capital 6.2.5 Exemplo de aumento de Capital com emissão de novas ações 6.3 Reservas 6.3.1 Conceito 6.3.2 Reservas de lucros 6.3.3 Reservas de Capital 6.4 Ajustes de Avaliação Patrimonial 6.5 Prejuízos Acumulados 6.6 Ações em Tesouraria 6.6.1 Conceito 6.6.2 Resgate de ações 6.6.3 Reembolso de ações 6.6.4 Amortização de ações 6.6.5 Alienação de ações em tesouraria Capítulo 7 – Demonstração dos Fluxos de Caixa 7.1 Conceito 7.2 Conceito de Caixa e Equivalentes de Caixa 7.3 Estrutura da DFC 7.4 Classificação das Entradas e Saídas de Caixa por Atividades 7.5 Transações que devem integrar a DFC 7.5.1 Atividades operacionais 7.5.2 Atividades de investimento 7.5.3 Atividades de financiamento 7.6 Transações que não devem integrar a DFC 7.7 Métodos de Estruturação da DFC 7.7.1 Método Indireto 7.7.2 Método Direto 7.8 Como elaborar a DFC 7.9 Exemplos práticos 7.9.1 Exemplo prático 1 7.9.2 Exemplo prático 2 7.9.3 Exemplo prático 3 7.9.4 Exemplo prático 4 Capítulo 8 – Demonstração do Valor Adicionado 8.1 Introdução 8.2 Conceito 8.3 Riqueza de informações 8.4 Elaboração da DVA 8.5 Estrutura da DVA 8.6 Modelo de DVA 8.7 Instruções para o preenchimento da DVA 8.8 Exemplo prático Capítulo 9 – Matriz e filiais 9.1 Introdução 9.2 Conceitos 9.3 Aspectos legais 9.4 Contabilidade centralizada e descentralizada 9.5 Escrituração Contábil de Filial (ITG 2000) 9.6 Técnicas de Consolidação 9.7 Registros Contábeis e Consolidação de Balanços 9.7.1 Plano de Contas 9.7.2 Exemplos de contabilização 9.8 Registros Contábeis e Consolidação de Demonstrações do Resultado do Exercício Capítulo 10 – Consolidação das Demonstrações Contábeis 10.1 Conceito 10.2 Aspectos legais e normativos 10.3 Quem deve efetuar a Consolidação 10.4 Processos de Consolidação 10.5 Papéis de Trabalho 10.6 Normas Técnicas de Consolidação 10.6.1 Introdução 10.6.2 Somas dos saldos das Contas 10.6.3 Eliminações de saldos de Contas 10.7 Eliminações no Balanço Patrimonial 10.7.1 Eliminação de investimentos 10.7.2 Eliminação de saldos de quaisquer contas 10.8 Eliminações na DRE 10.8.1 Participação de cem por cento 10.8.2 Participação menor que cem por cento 10.9 Eliminações no Balanço e na DRE simultaneamente 10.9.1 Vendas de mercadorias 10.9.2 Vendas de bens do Ativo Não Circulante 10.10 Tributos na Consolidação 10.10.1 Introdução 10.10.2 Impostos e contribuições sobre vendas 10.10.3 Imposto de Renda e Contribuição Social 10.11 Consolidação da DFC e da DVA 10.12 Notas explicativas 10.13 Consolidação × Método da Equivalência Patrimonial Capítulo 11 – Concentração das atividades das empresas 11.1 Introdução 11.2 Valor Contábil × Valor Justo 11.3 Transformação 11.3.1 Conceito 11.3.2 Transformação de empresa individual em sociedade limitada 11.3.3 Transformação de sociedade limitada em sociedade anônima 11.4 Incorporação 11.4.1 Conceito 11.4.2 Incorporação de sociedade limitada por sociedade anônima 11.4.3 Incorporação de sociedades com controle acionário comum 11.4.4 Incorporação de sociedades quando a incorporadora tem participação no capital da incorporada 11.4.5 Ágio na incorporação 11.5 Fusão 11.5.1 Conceito 11.5.2 Fusão de sociedade limitada formando nova sociedade também limitada 11.6 Cisão 11.6.1 Conceito 11.6.2 Cisão de parte do patrimônio de sociedade anônima para outra sociedade anônima 11.7 Dissolução, Liquidação e Extinção 11.7.1 Dissolução 11.7.2 Liquidação 11.7.3 Extinção 11.7.4 Dissolução, liquidação e extinção de sociedade anônima Capítulo 12 – Demonstrações Contábeis em Moeda de Poder Aquisitivo Constante e as Técnicas de Ajuste a Valor Presente 12.1 Introdução 12.2 Correção Monetária das Demonstrações Financeiras 12.2.1 Conceito 12.2.2 Mecanismo 12.2.3 Contas sujeitas à correção 12.2.4 Indexadores 12.2.5 Metodologia 12.2.6 Quotas de depreciação, amortização e exaustão influenciadas pela correção monetária 12.3 Correção Monetária Integral 12.3.1 Conceito 12.3.2 Indexador 12.3.3 Classificação das contas 12.3.4 Mecanismo 12.3.5 Metodologia 12.4 Exemplos práticos 12.4.1 Dados 12.4.2 Exemplo prático 1 – sem correção monetária 12.4.3 Exemplo prático 2 – correção monetária do Balanço 12.4.4 Exemplo prático 3 – correção integral 12.5 Comentários Conclusivos 12.5.1 Balanço em moeda de capacidade aquisitiva constante 12.5.2 Algumas razões que justificam a elaboração de demonstrações contábeis em moeda de capacidade aquisitiva constante Capítulo 13 – Transações entre Partes Relacionadas 13.1 Conceitos e definições 13.2 Relacionamentos que não devem ser considerados 13.3 Divulgações 13.4 Finalidade da divulgação 13.5 O que deve ser divulgado 13.6 Exemplos de transações que devem ser divulgadas 13.7 Outras informações importantes Referências
Contabilidade Avançada (Versão Universitária #4) -
Osni Moura Ribeiro
Saraiva Uni
2018
464 páginas
15h 28m
ISBN-13: 9788547224752
Português Brasileiro
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