A empresa de aviação de Laurie lhe foi deixada como herança pelo pai, mas o ex-marido dela, que havia ficado na presidência, a deixou quase na bancarrota. Connor, tb proprietário de uma empresa de aviação que ele ergueu sozinho, tem uma ligação "sentimental" à empresa de Laurie.. Há alguns anos atrás o pai dele foi proprietário de uma empresa de aviação que faliu e foi comprada pelo pai de Laurie, que incorporou essa empresa na sua. Agora ele quer se apossar da empresa de Laurie para reaver de certa forma aquilo que a família perdeu. Mas Laurie quer salvar a empresa do pai custe o que custar e se recusa a vendê-la a Connor.
Não gostei muito, para ser sincera. Ambos foram tremendamente teimosos e orgulhosos. Quando descobriram que se amavam não percebo porque não se acertaram logo e juntaram as empresas de ambos numa só. E o assunto ficava arrumado. Só se lembraram disso no final e apenas porque a situação assumiu consequências desastrosas.
Eles quase se destruíram! Achei ridículo eles fazerem amor, dizerem com todas as letras "eu te amo" e depois no outro dia parecia que não havia se passado nada. Que amor era esse? A guerra que haviam declarado no início mantinha-se e em níveis cada vez mais altos ao ponto das empresas de ambos ficarem à beira da ruína. Com isso os argumentos deles para se envolverem naquela disputa perderam totalmente o sentido e a razão.
Tb não entendi o porquê da autora se lembrar de "matar" um personagem importante que até aí nada fazia prever que tinha problemas de coração e cuja morte achei totalmente despropositada.
Para falar a verdade, a história não me empolgou. O romance deles assumiu um papel secundário no meio da disputa. E os momentos a dois não foram bons o suficiente para compensar isso. Talvez tenha sido um caso de cortes na tradução, mas a verdade é que não me convenceu.