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    Second Class Citizen -

    Buchi Emecheta

    George Braziller Inc.
    1983
    174 páginas
    5h 48m
    ISBN-13: 9780807610664
    3.6
    12 avaliações
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    A poignant story of a resourceful Nigerian woman who overcomes strict tribal domination of women and countless setbacks to achieve an independent life for herself and her children. At the beginning of the novel, Adah is a child of Ibos from Ibuza, Nigeria, living in Lagos. She dreams as a young girl of moving to the United Kingdom. After her father dies, Adah is sent to live with her uncle's family. She is able to stay in school in Nigeria and attains employment working for the British embassy as a library clerk. The compensation from this job is enough to make her a desirable bride to Francis (her now husband) and in-laws. Francis travels to the United Kingdom for several years to pursue the study of law. Adah convinces her husband's family that she and the children also belong in the UK. Francis believes they are second-class citizens in the United Kingdom as they are not citizens of the country. Adah finds employment working for another library and pays for their expenses, while also providing primary care for their children. Later, we see Francis become increasingly abusive and dismissive of Adah as she pursues becoming a writer.

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    sopah pio picture
    sopah pio18/08/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Gostei bastante da história, mas achei o final meio fraco. No geral, foi uma boa introdução pra autora, quero ler mais alguma coisa dela.

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    3.6 / 12
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    Florence Onyebuchi Emecheta profile picture

    Florence Onyebuchi Emecheta

    Sobre a autora: A nigeriana Buchi Emecheta é autora de mais de 20 obras, entre elas No fundo do poço (1972), Cidadã de segunda classe (1974) e As alegrias da maternidade (1979), publicados pela Dublinense. Seu trabalho aborda temas como escravidão, independência feminina, maternidade e liberdade e é reconhecida pela crítica mundial, especialmente na Inglaterra, onde residiu por mais de 50 anos até sua morte, em janeiro de 2017. <b>A submissão das mulheres africanas é o principal tema desta escritora nigeriana, uma das mais prolíficas do continente.</b> Buchi Emecheta nasceu em Lagos, Nigéria, em 1944 e foi educada numa escola metodista, após receber uma bolsa quando o seu pai morreu. O seu destino mudou ao casar-se aos 16 anos com o homem com quem se tinha comprometido desde os 11 e com quem emigraria quatro anos depois, para Londres. O casal teve cinco filhos antes de o casamento ter terminado. Como mãe pertencente a uma minoria num país estrangeiro, Emecheta teve que enfrentar diversos obstáculos. Apesar disso, em 1974 licenciou-se pela Universidade de Londres em Sociologia, estudos que conciliou com um trabalho na biblioteca do Museu Britânico para manter a sua família. Precisamente as dificuldades que sofreu em Londres foram o material seleccionado para os seus dois primeiros romances, In the Ditch (1972) e Second-Class Citizen (1975). Ela continuou o seu êxito inicial com romances sobre a luta permanente das mulheres africanas para desenvolver o seu potencial numa sociedade dominada por homens. The Bride Price (1976), The Slave Girl (1977), Kehinde (1994) e The new tribe (2000) são outros dos seus títulos de temática semelhante. Após trabalhar na Universidade de Londres e da Nigéria, regressou à capital britânica para estar perto dos seus filhos. Durante este período, Emecheta publicou The Joys of Motherhood ('As alegrias da maternidade', 1979), o seu romance de maior êxito, no qual reconsidera a maternidade na cultura africana. Como romancista e ensaísta, encontra-se entre os escritores mais prolíficos de África. Publicou romances para adultos, uma autobiografia, diversos ensaios e livros para meninos. Com a excepção da obra mais aclamada pela crítica, The rape of Shavi (1983), os seus romances foram escritos num estilo documentalista. Ao longo do seu percurso literária aprecia-se como Emecheta experimenta a técnica narrativa e a mulher, uma temática ignorada durante muito tempo por escritores masculinos africanos. Por tudo isso, conseguiu que a maioria da sua crítica tivesse sido, até ao momento, positiva.

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    Florence Onyebuchi Emecheta