Por entre os curtos e incisivos textos de Tiago Mussi, o leitor que não tenha pressa vai descobrindo uma relação surpreendente: para além da representação de uma realidade crudelíssima, aquela dos ódios, das obsessões, dos gestos sem motivações aparentes, o que os enlaça é uma busca, também cruel, pela própria possibilidade de representação. (...) João Alexandre Barbosa.
