La gloire de mon père -

    Marcel Pagnol

    Editions de Fallois
    2004
    219 páginas
    7h 18m
    ISBN-13: 9782877065078

    Un petit Marseillais d'il y a un siècle: l'école primaire ; le cocon familial ; les premières vacances dans les collines, à La Treille ; la première chasse avec son père... Lorsqu il commence à rédiger ses Souvenirs d'enfance, au milieu des années cinquante, Marcel Pagnol est en train de s'éloigner du cinéma., et le théâtre ne lui sourit plus. La Gloire de mon père, dès sa parution, en 1957, est salué comme marquant l'avènement d'un grand prosateur. Joseph, le père instituteur., Augustine, la timide maman., l'oncle Jules, la tante Rosé, le petit frère Paul, deviennent immédiatement aussi populaires que Marius, César ou Panisse. Et la scène de la chasse à la bartavelle se transforme immédiatement en dictée d?école primaire... Les souvenirs de Pagnol sont un peu ceux de tous les enfants du monde. Plus tard, paraît-il, Pagnol aurait voulu qu'ils deviennent un film. C 'est Yves Robert qui, longtemps après la mort de l'écrivain, le réalisera. « Je suis né dans la ville d'Aubagne. sons le Garlaban couronné de chèvres au temps des derniers chevriers. »

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    Simone Nascimento Souza26/07/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fofo!

    Este é o primeiro livro de uma série de quatro, chamada por Souvenirs d'enfance. Marcel, conta sua história com delicadeza e sobre tudo muito carinho. Conheceremos sua infância e a personalidade de seus pais, Augustine uma costureira e Joseph um professor do primário e como eles se conheceram. A chegada de seus irmãos é também muito cheia de anedotas Paul, que foi muito bem aceito por Marcel mas sua irmã já foi uma OUTRA história, mas depois de um curto intervalo, a pequena ganhou o coração dos irmãos. Seu amor pela leitura chegou rápido demais para o gosto de Augustine que temia consequências graves ao cérebro de um pequeno de 5 anos. As férias de verão com sua pequena família além de Tia Rose e Tio Jules (que não se chama Jules, mas isso é outra história), marcaram para sempre a infância de Marcel, e nos transporta à nossa própria infância, porque as imagens de Marcel, falam muito sobre ele mas em podemos nos identificarmos com uma ou outra anedota, mas principalmente, por meio dessas caixinhas, pedaços de vida que são oferecidos ao leitor, aqueles que ecoam sua vida e o nos faz lembrar da doçura da infância. Porque é mesmo da infância que estamos falando aqui, memórias de um menino que por sua vez é explorador, aventureiro, e caçador. Este tempo, onde as pequenas coisas são as vezes, verdadeiros dramas, mas sobre tudo, onde tudo é possível, só precisamos do desejo e usar a imaginação. Tive o privilégio de escutar esta história pela voz de Marcel Pagnol através de um registro feito por ele, que está (não sei até quando), disponível no Youtube.

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