Março de 2012
"Disney vs Hitler" No contexto da guerra, Disney também tomou parte na propaganda nacionalista americana e a reportagem exemplifica com animações. Destaques para: - "Victory Through Air Power", de 1943, considerada a mais impressionante produção, misturando animação e imagens reais, valorizando metodologia de ataque aéreo que não existia em termos práticos, como os bombardeios de grande escala por mega aviões. Segundo o parecer, o filme é baseado no livro de um estrategista militar. Ainda não assisti, tem no YouTube. O filme tem mais de uma hora e dizem que inspirou táticas revolucionárias no contexto. É o que dizem... - "Você já foi à Bahia?", de 1944, certamente, metodologia de aproximação dos americanos com os brasileiros, cujo governo simpatizava com o nazismo, permitindo até mesmo expedição na Amazônia (feita pelos alemães com objetividade escusa). O Zé Carioca, apesar de brasileiro, em termos práticos nasceu como embaixador norte-americano. As animações foram propaganda ideológica, mas o contexto era também potencializado por outros meios como os quadrinhos. Falando em propaganda ideológica, "O mundo bate em sua porta" aborda a aproximação entre portugueses e japoneses no século 16. O destaque está na estratégia dos portugueses de introduzir o catolicismo como meio para controlar a região. Os japoneses tiveram essa percepção, a catequização não durou e pouco depois a nação do sol nascente fechou-se por cerca de 3 séculos, até a reabertura dos portos na marra por navios americanos em busca de vantagens, no século 19; História que não conhecia foi a os dos 26 sacerdotes católicos crucificados antes do fechamento do Japão para as nações no século 16. A essa altura os orientais estavam cientes da estratégia religiosa portuguesa e esses missionários, segundo o texto, haviam confirmado. Aconteceu em Nagasaki, que era considerada a mais cristã das cidades japonesas. "Quando a cocaína era liberada", deu no que deu: um monte de pessoas se drogando como se fosse remédio. Entre os adeptos o Freud, que levou muitos ao vício e consequente morte ao incluir a cocaína em terapias. Aconteceu principalmente no século 19. No início do 20 a nocividade já era conhecida e as nações começaram a proibir tais tratamentos (1921 no Brasil). Vou viajar em devaneio... Aquele negócio do fium do pó de pirlimpimpim nos livros do Lobato parecem reproduzir a prática comum de uso da cocaína no século 19. Isso é especulação, hein... As personagem aspiravam e eram transportadas para outra dimensão. Seja referência a rapé ou à cocaína, traduz essa ideia. "Mitos e segredos de Jerusalém" Reportagem de capa, sobre a famosa cidade, a única que tem projeções no plano material e espiritual. Foram apresentados aspectos de valorização nas três religiões de origem abraâmica (Cristianismo, Islamismo e Judaísmo) e a abordagem é baseada no racionalismo científico, algo que evidentemente se choca com as visões de fé. Como cristão, não concordo com algumas informações. Entre estas, a de que o templo de Herodes seria o terceiro templo judeu. Não sei como é no Judaísmo, mas na cristandade o 1º templo foi o construído por Salomão por volta do século 9 a.C (depois destruído por Nabucodonosor), o 2º foi o reconstruído sob liderança de Zorobabel na volta de judeus do cativeiro no século 5 a.C (por determinação do rei persa Ciro) e o templo dos idos de Herodes (chamado de O Grande), não foi 3º templo, mas a restauração e ampliação do que fora reconstruído por Zorobabel (em pouco mais de uma década a.C), O que resta dele em Jerusalém, o Muro das Lamentações, é uma parte do muro externo, construído por Herodes, que circundava o templo. A revista cita esse como 3º templo e isso, para cristandade, entra em choque com profecias do Antigo Testamento em Ageu 2:9. A glória da segunda casa foi Jesus, que se manifestou no segundo templo que fora reformado por Herodes. Evidentemente, também não concordo com as descrições no texto que descredenciam a veracidade dos Evangelhos e até mesmo a vida de Jesus. Jerusalém é tão importante que os rumos da humanidade vão se decidir naquela região, no contexto do Armagedon, quando Jesus retornará em socorro à Israel, de maneira que todos o verão e crerão nele como o Messias. Maranata! Ora vem Senhor Jesus! Li com essas coisas na mente e não seria diferente. Leitura no contexto da pandemia em Macapá.


