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    State of Wonder

    Ann Patchett

    Bloomsbury Publishing
    2011
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9781408818596
    3.5
    2 avaliações
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    Heart of Darkness meets The Poisonwood Bible in the most ambitious and mesmeric book yet from the Orange prize-winning author of Bel Canto.

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    Fabiane Colaço  picture
    Fabiane Colaço 13/01/2023Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    STATE OF WONDER

    State of Wonder' é uma história de mistério, moral, ética e o delicado equilíbrio que pode existir no mundo e dentro de nós mesmos O romance começa com a Dra. Annick Swenson, principal cientista da Vogel Corporation, uma grande indústria farmacêutica, em uma missão de pesquisa na Floresta Amazônica do Brasil. Ela é uma cientista famosa, bastante competente, sua pesquisa na Amazônia é sobre uma droga que potencialmente estenderia a idade reprodutiva das mulheres muito além dos limites tradicionais impostos pela menopausa, porém depois de passar 2 anos sem dar notícias, ela envia uma mensagem apensas dizendo que outro cientista que trabalhava com ela, havia morrido de uma febre. Marina Singh é médica e trabalha como farmacologista em um laboratório da Vogel, ela é enviada a Amazônia para descobrir a localização da Dra. Swenson, angariar mais detalhes sobre a morte do cientista, e saber mais detalhes sobre a pesquisa da Dra. Swenson. Marina vai sofre muito todas as diferenças entre sua cidade muito bem estruturada nos Estados Unidos e a vida dentro de uma tribo indígena no meio da floresta amazônica, ela vai sofrer com o clima, os mosquitos e todos os bichos, com o idioma, as roupas, falta de eletricidade e saneamento entro muitas outras coisas, mas em contra partida, ela vai conhecer um povo muito simples e muito cativante pela empatia que um tem pelo outro, pela sinceridade e o respeito a natureza. Uma vez na selva, Marina descobre que as coisas nunca são o que parecem. Swenson, agora com mais de setenta anos, está trabalhando não apenas em um medicamento para fertilidade permitindo que mulheres tenham filhos mais tarde na vida, mas também em um medicamento que pode combater a malária. Ela está usando fundos da Vogel para financiar esse medicamento, sem o conhecimento da empresa. Além disso, Marina luta com as questões éticas e morais que surgem ao fazer pesquisas sobre culturas nativas. Swenson também se tornou uma cobaia de seu estudo e agora está grávida. Os médicos envolvidos no projeto concordaram em trabalhar em segredo por não terem certeza se o resultado dessa pesquisa, apesar dos lucros absurdos que trariam a empresa, se ele realmente impactaria de uma boa forma a vida das pessoas, especialmente dessas possíveis crianças que viriam a nascer de pais mais velhos e provavelmente viriam a perde-los ainda já juventude e quem sabe até na infância, então Marina é forçada a escolher entre a lealdade a seu empregador e um medicamento que pode render milhões ou esconder esse medicamento em prol de uma sociedade que possivelmente está melhor sem ele. Simultaneamente, ao trabalhar com Swenson, Marina deve enfrentar seus erros do passado e entender seus próprios fracassos. Ela aprende que nem todas as escolhas são preto ou branco. Marina começa a entender que a moralidade e a consideração ética costumam ser difíceis e que nenhuma decisão é sem consequências. Seu tempo com as mulheres indígenas a ensina que às vezes a ciência médica não deve tentar melhorar a natureza e que simplesmente porque algo pode ser feito, não significa que deva ser, ela entende que a natureza mantém um equilíbrio delicado e que danificar esse equilíbrio pode ser perigoso. No final do romance, fica evidente que muitas vezes para agir no melhor interesse da natureza, deve-se apenas permitir que a natureza funcione sem intervenção.

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    Ann Patchett profile picture

    Ann Patchett

    Ann Patchett was born in Los Angeles in 1963 and raised in Nashville. She attended Sarah Lawrence College and the University of Iowa Writers' Workshop. In 1990, she won a residential fellowship to the Fine Arts Work Center in Provincetown, Massachusetts, where she wrote her first novel, The Patron Saint of Liars. It was named a New York Times Notable Book for 1992. In 1993, she received a Bunting Fellowship from the Mary Ingrahm Bunting Institute at Radcliffe College. Patchett's second novel, Taft, was awarded the Janet Heidinger Kafka Prize for the best work of fiction in 1994. Her third novel, The Magician's Assistant, was short-listed for England's Orange Prize and earned her a Guggenheim Fellowship. Her next novel, Bel Canto, won both the PEN/Faulkner Award and the Orange Prize in 2002, and was a finalist for the National Book Critics Circle Award. It was named the Book Sense Book of the Year. It sold over a million copies in the United States and has been translated into thirty languages. In 2004, Patchett published Truth & Beauty, a memoir of her friendship with the writer Lucy Grealy. It was named one of the Best Books of the Year by the Chicago Tribune, the San Francisco Chronicle, and Entertainment Weekly. Truth & Beauty was also a finalist for the Los Angeles Times Book Prize and won the Chicago Tribune's Heartland Prize, the Harold D. Vursell Memorial Award from the American Academy of Arts and Letters, and the Alex Award from the American Library Association. She was the editor for Best American Short Stories 2006. Patchett has written for numerous publications, including the New York Times Magazine, Harper's Magazine, The Atlantic, the Washington Post, Gourmet, and Vogue. She lives in Nashville, Tennessee with her husband, Karl VanDevender.

    53 Livros
    36 Seguidores
    California, EUA

    Ann Patchett