
Filha de um casal católico de professores, que também eram proprietários de uma funerária, completou o colegial em 1981, quando se mudou para Nova York para estudar arte. Rejeitada por diversas instituições, acabou trabalhando na indústria de publicação. Em 1983 teve sua primeira imagem (sob o título de "Marianne, dissatisfied with the morning brew: Dykes to Watch Out For, plate no. 27") publicada em um jornal voltado para mulheres, chamado Womannews. Em um ano as tirinhas começaram a aparecer em outras publicações. Sua autobiografia em quadrinhos ganhou o Prêmio Eisner no ano de 2007 para "Best Reality-Based Work".