Twenty-five years after its initial publication, The Making of the Atomic Bomb remains the definitive history of nuclear weapons and the Manhattan Project. From the turn-of-the-century discovery of nuclear energy to the dropping of the first bombs on Japan, Richard Rhodes’s Pulitzer Prize-winning book details the science, the people, and the socio-political realities that led to the development of the atomic bomb. This sweeping account begins in the 19th century, with the discovery of nuclear fission, and continues to World War Two and the Americans’ race to beat Hitler’s Nazis. That competition launched the Manhattan Project and the nearly overnight construction of a vast military-industrial complex that culminated in the fateful dropping of the first bombs on Hiroshima and Nagasaki. Reading like a character-driven suspense novel, the book introduces the players in this saga of physics, politics, and human psychology—from FDR and Einstein to the visionary scientists who pioneered quantum theory and the application of thermonuclear fission, including Planck, Szilard, Bohr, Oppenheimer, Fermi, Teller, Meitner, von Neumann, and Lawrence. From nuclear power’s earliest foreshadowing in the work of H.G. Wells to the bright glare of Trinity at Alamogordo and the arms race of the Cold War, this dread invention forever changed the course of human history, and The Making of The Atomic Bomb provides a panoramic backdrop for that story. Richard Rhodes’s ability to craft compelling biographical portraits is matched only by his rigorous scholarship. Told in rich human, political, and scientific detail that any reader can follow, The Making of the Atomic Bomb is a thought-provoking and masterful work.
The Making of the Atomic Bomb -
Richard Rhodes
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Ver maisFruto de profunda sua pesquisa sobre o dispositivo de guerra mais poderoso da história, o livro, documenta o desenvolvimento da bomba atômica nas décadas de 1930 e 1940, desde sua concepção até sua implantação como parte de um atrocidade cometida pelos Estados Unidos contra o Japão. Rhodes fornece amplo histórico sobre as pessoais e realizações científicas do grupo de cérebros internacionais que coletivamente transformaram a bomba atômica de uma possibilidade teórica em uma arma implementável. Este processo ocorreu desde a sua proposta teórica inicial em 1939, passando pelo financiamento dos Estados Unidos de um programa de bomba nuclear em 1941, e pelos testes e 'implantação bem sucedida' da bomba em Hiroshima em 1945. O livro começa com a afirmação de Rhodes de que a invenção da bomba atômica foi um momento evolutivo crítico na história mundial e nas relações internacionais. Ele traça o conceito de átomo, originalmente definido pelos antigos gregos como a unidade mais indivisível da matéria, através de sua origem linguística até o início da teoria da fissão nuclear e seu potencial como arma em 1933. Neste momento, Leo Szilard foi o primeiro a afirmar que a fissão poderia ser aproveitada como uma força destrutiva. Originário da Hungria, Szilard estudou com Albert Einstein, fugindo para a Grã-Bretanha devido à perseguição nazista aos judeus. Indignado com comentários numa conferência científica, trabalhou com sucesso para refutar a afirmação de Ernest Rutherford de que a energia atômica nunca poderia ser aproveitada como fonte de energia. Concentrando sua pesquisa em como fazer com que a fissão nuclear produzisse energia líquida, ele concebeu o uso de nêutrons para dividir os núcleos atômicos do urânio em uma reação em cadeia autossustentável. No entanto, devido à falta de financiamento, ele não conseguiu implementar o seu plano. Em 1941, os Estados Unidos começaram a levar a sério a invenção da bomba atômica. Roosevelt contatou Winston Churchill no outono de 1941, reconhecendo que a Inglaterra estava mais adiantada na corrida e apelando para a criação de um esforço conjunto de desenvolvimento. Eles passaram a compartilhar informações, dando a ambos os países uma vantagem no processo de invenção. Além disso, naquela época, Roosevelt nomeou as pessoas que fundariam o Projeto Manhattan, o primeiro programa oficial de bomba atômica. Não muito tempo depois, Enrico Fermi realizou a primeira reação atômica em cadeia sustentável comprovada em Chicago A figura mais interessante do livro é Niels Bohr, um dinamarquês ganhador do Nobel, muito estimado por seus colegas por seus insights sobre a estrutura do átomo, seu humanismo e amor pela filosofia. Em 1944, recém-saído dos terrores da Europa, ele trouxe uma visão de esperança aos cientistas de Los Alamos, o laboratório de concepção de bombas no alto das montanhas do Novo México. Cientistas seniores vinham debatendo as consequências de longo prazo do sucesso atômico, e suas dúvidas aumentavam à medida que o primeiro teste de arma se aproximava. Victor Weisskopf, um teórico austríaco de Los Alamos, lembrou-se de Bohr ensinando-lhes que toda grande e profunda dificuldade traz em si a sua própria solução. Bohr, aconselhou os seus colegas que o terrível poder destrutivo da bomba poderia ser uma bênção para a humanidade, criando novas possibilidades políticas. A cooperação internacional no projeto da bomba era um indício do que estava por vir, disse ele, e poderia eventualmente evoluir para uma paz negociada que não toleraria armas nucleares. A alternativa, alertou ele, seria uma corrida armamentista na qual muitas nações participariam porque não havia como monopolizar os segredos do átomo. À medida que as nações avançassem para a segurança atômica, disse ele, paradoxalmente encontrar-se-iam cada vez menos seguras, cada vez mais próximas da beira da aniquilação. Rhodes narra as tentativas de Bohr em 1944 para impressionar sua mensagem em Roosevelt e Churchill. Embora cada um tenha ouvido à sua maneira, já tinham concordado em Quebec, em agosto de 1943, em manter os segredos atômicos para si, com o objetivo implícito de um monopólio atômico ocidental. No epílogo do livro, Rhodes afirma que pela primeira vez na história, a ciência se tornou, em 1945, uma força suficientemente forte para desafiar o poder e a autoridade do Estado-nação moderno, ele próprio uma instituição que não tem sido um poder puro para o bem. Rhodes observa estimativas plausíveis que dizem que as nações deste século conseguiram eliminar cerca de 100 milhões de pessoas durante guerras e outras formas de violência provocadas pelo homem. No entanto, hoje as superpotências, com os seus arsenais nucleares inchados com o poder destrutivo de um milhão de Hiroshimas, perderam grande parte da sua força e influência nos assuntos mundiais. Da mesma forma, observa Rhodes, eles foram forçados a envolver-se mutuamente em intercâmbios científicos, negociações, tratados, e sofreram uma erosão das suas soberanias por causa de satélites espiões e outros meios de monitorizar os perigos da era nuclear. Rhodes vê um vislumbre de esperança (equivocada na minha opinião, a ciência que ele percebe tão utópica é mero instrumento do poder estatal). Embora seja um instrumento de terror, a ciência poderá um dia provocar o nascimento de uma ordem supranacional. A comunidade transnacional proeminente em nossa cultura é a ciência, afirma.
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