A Igreja sem Israel - Consequências de uma Teologia que exclui Israel

    Reinhold Federolf

    Chamada
    2015
    159 páginas
    5h 18m
    ISBN-13: 9788577201303
    Português Brasileiro

    Israel Deixou de Fazer Parte dos Planos de Deus? A Bíblia profetiza um futuro a Israel? As promessas bíblicas ainda não cumpridas são todas para a Igreja? A Igreja substituiu Israel? Quem estuda a profecia bíblica se defronta com essas questões. Muitos não conseguem encaixar Israel em sua Teologia. Mas quando admitimos e cremos que Israel ainda desempenhará um papel no futuro, temos clareza na interpretação sem sermos obrigados a forçar o texto bíblico. Quando admitimos que a história de Israel não acabou e que ela terá uma continuidade dentro dos planos de Deus, tudo fica harmonioso e as profecias tornam-se fonte de alegria e gozo. Este é o propósito deste livro.

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    Guthemberg Bernardes picture
    Guthemberg Bernardes25/04/2025Resenhou um livro
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    Interessante e caótico.

    Esse livro pra mim é totalmente caótico. Não pela questão narrativa, mas algumas posições do autor me deixam bem confuso e acabam entrando em conflito pra mim. Por exemplo, a questão sobre a posição de boa parte da Igreja em relação a Israel é bem abordada no livro, porque de fato é uma posição bem negativa, e o autor explora isso bem, embora seja bem simplório em seus argumentos. Ele explora questões históricas, teológicas e até filosóficas mesmo superficialmente. Pra mim, tudo começa a ruir, quando ele entra na questão escatológica e situa muito mal a questão cronológica, o que causa muita confusão. Pra mim, o fato de o autor ter uma visão que contradiz a questão de Israel e coloca a Igreja em uma situação de privilégio em relação a Israel é problemático. A questão é que nessa parte escatológica ,o autor presume muitas coisas sem algo concreto ou bem argumentado, o que me traz um pouco de incômodo. Okay, sou chato com questão escatológica, porem era o tipo de assunto que não precisava entrar. O livro tem boas virtudes quando trata a questão de Israel quase como uma apologia. Isso ele faz bem, mas a parte escatológica, que é fundamental ele erra e erra muito.

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