Tratar sobre esse tema pode ser um tabu e muito difícil para algumas pessoas e até mesmo para cristãos, porém o autor entende muito bem sobre essas dificuldades, até porque ele já lutou contra o desejo sexual por pessoas do mesmo sexo.
Nos primeiros três capítulos, ele trata sobre o pecado da homossexualidade a luz das escrituras, sobre o casamento e o porque ele é heterossexual e não homossexual, e sobre cristãos que lutam contra esses desejos e como isso (o desejo homossexual) reflete a pecaminosidade do homem e do juízo de Deus. Já os dois últimos capítulos são dedicados a orientações e dicas de como lidar com a homossexualidade na igreja e no mundo e conselhos de como lidar com isso.
O que eu gostei do livro, foi principalmente a parte final onde ele ensina como devemos lidar com pessoas homossexuais, primeiro, devemos não falar de sua sexualidade ou expor seu pecado de cara e sim pregar sobre o evangelho, segundo, devemos cultivar uma amizade com essas pessoas e deixar com que elas se abram com a gente, por último, após ganharmos a confiança dessa pessoa devemos ouvi-lá, aconselha-lá, ajudá-la e orar por essa pessoa.
Um ponto interessante é que o autor deixa bem claro que nem sempre Deus irá tirar tal sentimento de atração por pessoas do mesmo sexo da pessoa, as vezes, essa pessoa lutará com isso por muito tempo, então o autor sugere o celibato como uma das formas de lutar contra esse desejo.
Por mais que você não concorde com o autor ou com essa resenha, achei o livro muito bom apesar de ser um livro pequeno, pois não significa que Deus é contra os homossexuais, Ele estabeleceu papéis fundamentais no início da criação tanto para o homem quanto para a mulher, a criação reflete a Glória de Deus, Sua natureza e sua graça, a relação de pessoas do mesmo sexo reflete a queda da humanidade e como o pecado vem mudando a nossa forma de enxergar o mundo, a crianção, o casamento, os relacionamentos das pessoas e os atributos de Deus.
Não deveria ser um tabu lidar com isso na igreja, entretanto, concordo com o autor que nem sempre encontramos pessoas qualificadas para orientar e ajudar as pessoas que lidam com esses impulsos e sentimentos, portanto, a igreja tem que investir mais e procurar qualificar as pessoas e demais membros a lidarem com pessoas que tem e lutam contra desejos homossexuais.