Enervantemente onírico
Devorei numa noite e tô aqui sem saber se já devo começar o seguinte da trilogia, ou se devo aguardar essa narrativa sedimentar-se no espírito, pois é como se um horror Lovecraftiano fosse cozido a uma embriaguez deslumbrada; como um sonho tão vívido e com tão forte senso de significado mais profundo que ao tentarmos tece-lo com palavras só nos enche de apreensão enquanto insiste em nos escapar por entre os dedos...
