Antes de tudo, convém lembrar que esse é o sexto livro da série (contando com os contos do Adam e do Warner), desse modo, eu considero que é interessante comparar com os livros anteriores.
Bem, o primeiro ponto é a escrita da autora: como em todos os outros, a leitura é leve e rápida.
Outro fator importante para a narrativa, foi a expansão do universo do livro para além do Setor 45, focando em aspectos mais políticos. De quebra, há a introdução de novos personagens.
E, desde o primeiro livro da série, a cada livro que passa, Juliette fica mais fortes (descobre habitantes novas), e neste não foi diferente.
O Adam, coitado, foi “esquecido no churrasco”; só é citado em um momento ou outro. Particularmente, não gostei muito disso, mas a história já vinha se encaminhado para isso desde o livro anterior, mesmo assim, ainda é o Adam, né? Aquele que foi protagonista no primeiro livro, lembram?
O Kenji, como sempre, é o que resolve tudo e, como de costume, só se fere - literalmente. Arrisco dizer que é meu personagem favorito e já deixo avisado: Tahereh Mafi, pare de maltratar ele, ou eu vai ter que se ver comigo! Afinal, não sabemos se “as meninas” vão sempre estar lá para curá-lo.