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    Almanaque de Terror (Spectro) -

    Flávio Colin, Júlio Emílio Braz, Tony Carson, E. C. Nickel

    Vecchi
    1982
    196 páginas
    6h 32m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    3 avaliações
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    Favoritos0Desejados3Avaliaram3

    Edição de julho de 1982, com as seguintes HQs: Capa: Carlos Chagas - El Justo, o Capitão do Mato - parte 1 - arte e texto: Elmano Silva Santos - ‘Mano’. - Danado! - texto: Mavignier; arte: Flavio Colin. - O machado assassino - texto: J. Laborini; desenho: Paulo Roberto. - Tahara - roteiro e desenho: Olendino Mendes. - Maldição - texto e arte: Luiz Eduardo. - A aventura amorosa de D. Marta - O açougueiro - texto: Pedro Teixeira; arte: Gilberto L. S. Zavarezzi. - Ophidya, a rainha serpente: Paixão e veneno - roteiro e arte: E. C. Nickel. - Sina... - texto: J. Afonso; arte: Jordi. - Sai pra lá, Zu. - história: J. Laborini; desenho: Antonio Esteves. - A força maligna - texto: Antonio Ribeiro - ‘Tony Carson’; arte: Pamé. - A prisão particular do Dr. Litsoh - história: Júlio Emilio Braz; arte: Roberto Portela. - Fome - história: Patati. - Humor Negro - Veneza, Flávio, Mondego. - O filho do diabo! - texto e arte: Al. 'Ophidya, A Rainha Serpente' foi criada em 1981 por E. C. Nickel para a linha de terror da Editora Vecchi. Foram publicadas ao todo quatro aventuras, Essa é a terceira. Resumo: Na terceira HQ, o Demônio entra em cena, revoltado com o fato de Ophidya (a Rainha-Serpente vinda de uma pirâmide na Amazônia) ter se apaixonado por Walter, revelando seu lado humano. Ele transforma Walter num monstro, a quem Ophidya mata, sem saber que era o seu amado.

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    Flávio Colin profile picture

    Flávio Colin

    Desenhista carioca, criado no sul do país, Flavio Barbosa Mavignier Colin iniciou sua carreira de quadrinhista ainda bem jovem, nos anos 50. De acordo com uma entrevista que deu nos anos 80, sua primeira HQ profissional saiu na revista “Enciclopédia em Quadrinhos”, da RGE, em 1956. Seguiram-se X-9, Águia Negra, Dom Quixote, Cavaleiro Negro e outros. O fato de trabalhar em títulos originariamente estrangeiros, serviu para consolidar seu estilo arrojado e diferente, além de lhe conferir um senso profissional, ainda hoje sem paralelos no mercado de comics tupiniquim. Ficou bem conhecido ao transportar para as páginas impressas, o herói radiofônico O Anjo, além da quadrinização de Os Brutos também Amam. Nos anos 60, marcaria definitivamente sua carreira, ao trabalhar no gibi do grande sucesso da TV brasileira: O Vigilante Rodoviário. Colin também atuou na área publicitária e colaborou para a (hoje) histórica revista O Cruzeiro; além de fazer parte de inúmeras tentativas de se nacionalizar a produção de quadrinhos, no Brasil. Para os estúdios de Maurício de Souza e o grupo Folha, produziu Vizunga, um dos primeiros personagens de quadrinhos realmente com background ecológico. Homem de fortes convicções, Colin sempre rendeu ótimas e esclarecedoras entrevistas... tão boas quanto suas histórias. Entre os anos 70 e 80, produziu ininterruptamente, colaborando para as publicações das editoras Grafipar e D-Arte, entre outras. Prolífico até o fim de sua vida, Colin ficou conhecido pela nova geração de leitores brasileiros, ao estrelar publicações especiais como: O Boi das Aspas de Ouro, Estórias Gerais e Fawcett. Colin faleceu em 13 de agosto de 2002, devido a complicações respiratórias. Tem em artistas como Watson Portela verdadeiros admiradores. “O Colin eu gostava por causa do estilo ímpar. Se existiu um desenhista realmente brasileiro, foi o Colin”, lembrou Watson em uma entrevista.

    114 Livros
    13 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Flávio Colin