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    A Aia. O Tesouro -

    Eça de Queiroz

    SESI-SP
    2017
    56 páginas
    1h 52m
    ISBN-13: 9788550404400
    Português Brasileiro
    4.1
    17 avaliações
    Leram22Lendo1Querem8Relendo0Abandonos0Resenhas4
    Favoritos0Desejados8Avaliaram17

    Os minilivros desta coleção dão ao leitor a oportunidade de a qualquer momento e em qualquer parte distrair-se com poucos minutos de boa literatura. Nessa coleção você conhecerá ou relembrará um pedacinho da arte de Eça de Queirós, Jack London, Voltaire, Lima Barreto, Machado de Assis, Juan Valera, Guillaume Apollinaire, Olavo Bilac... Experimente.

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    Gabriely Melo picture
    Gabriely Melo27/11/2024Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Para ler no metrô

    Leitura beeeem rapidinha. Ambos os contos são muito bons, mas A Aia foi o meu favorito, tem o final bem emocionante.

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 17
    • 5 estrelas47%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas12%
    • 2 estrelas12%
    • 1 estrelas0%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    719 Seguidores

    José Maria de Eça de Queiroz