Da janela de seu quarto de hotel, um homem vê o corpo de uma mulher passar diante de seus olhos e tombar inerte em plena rua. Disposto a desvendar o mistério desta estranha morte, ele se defronta com o próprio passado.
Da janela de seu quarto de hotel, um homem vê o corpo de uma mulher passar diante de seus olhos e tombar inerte em plena rua. Disposto a desvendar o mistério desta estranha morte, ele se defronta com o próprio passado.

Sabino começou a carreira literária muito cedo, aos treze anos de idade, quando teve publicado um conto na revista Argus, da polícia de Minas Gerais. Foi no conto e na crônica que Sabino conquistou mais leitores. Suas crônicas e seus contos fantasiosos, inusitados e engraçados têm um alcance muito maior que seus romances e novelas. O primeiro livro publicado de Fernando Sabino foi de contos, “Os grilos não cantam mais”, em 1941, aos dezoito anos de idade. Já o segundo foi uma novela, “A marca”, em 1944, elogiadíssima na época – e ainda hoje. Depois deles vieram “A cidade vazia” (1950, crônicas) e “A vida real” (1952, composto por três novelas). Somente em 1956 é que “O encontro marcado” seria publicado. Daí para a publicação de “O grande mentecapto”, seu segundo romance,