O Fim do Mundo -

    Lamees Alhassar

    Babelcube
    2018
    163 páginas
    5h 26m
    ISBN-10: 1547518537
    Português Brasileiro

    A Terra foi saqueada pelos seus habitantes por muito tempo. Agora é uma massa rodopiante de destruição, sendo puxada para o seu próprio sol.   Capitão Kristen e a tripulação do Atlantis foram encarregados de encontrar um mundo de substituição adequado antes que seja tarde demais. Em suas viagens, eles se deparam com muitos seres estranhos e são capturados por alguns para serem usados como peões em um jogo para a salvação de sua própria raça.   O líder de um planeta relutantemente concorda em ajudá-los, apenas com orientação para encontrar os criadores do Planeta Terra. Ele sugere que quando uma máquina quebra, uma vai para o fabricante da máquina. Desde que os seres humanos "quebraram" a Terra, por que não encontrar os criadores do planeta?   A tripulação da Atlântida encontrará os criadores? E mesmo se o fizerem, será a tempo, e os fabricantes concordarão em ajudar?

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    R .22/06/2021Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    A obra enfatiza a relação agressiva que a humanidade tem tido com a natureza, geradora de consequências desastrosas, instigando a importância de medidas sustentáveis. Além do racionalismo ambiental, há destaque para as relações desarmônicas entre os povos. Em linhas gerais, a Terra entra num superaquecimento global que inviabiliza a existência da vida, por conta das intervenções danosas do homem e, sobretudo, por um estranho desalinhamento da órbita terrestre, que gradativamente se aproxima do sol. Kristen é a capitã de nave da NASA que ruma desesperadamente pelo universo em busca de nova morada para os terrestres. A proposta em si é interessante, mas até aqui.... Daí em diante a ficção é ruim, sem fundamentos minimamente lógicos, com os tripulantes em contato com civilização "mais desenvolvida" que mais parece a humanidade no estágio medieval, destituída de empatia fraterna e voltada apenas a seus interesses. Tosqueira a "carraspana" que deram nos tripulantes, o desenrolar surreal em busca de uns tais criadores (selvagens também) e o final abrupto em que o narrador é na prática um "deus ex-machina" tentando trazer lucidez para desfecho tão nonsense. A história se perdeu tanto que nem citaram mais qualquer coisa sobre o desalinhamento orbital. Na real, encontraram povo que era faceta da própria humanidade e não precisava ir tão longe para aprender coisas que nosso passado, presente e futuro visceralmente alertam... Não gostei! Deixa a desejar no que poderia ser legal. Leitura em Macapá, contexto da pandemia...

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