Três momentos:
A viagem de Mister No de Manaus para Belém, levando um sujeitinho enrolador metido a cantor. Momento engraçado da HQ.
Em Belém, que não é retratada além das costumeiras visitações de Mister No a bares, o envolvimento com um grupo de bandidos franceses, que freta seu avião rumo a Guiana Francesa sem revelar as reais intenções, relacionadas ao transporte de um francês sequestrado. Muito blá-blá-blá. A leitura não foi empolgante, mas despertou uma curiosidade em algo que não se confirmou. Achei que o Amapá, rota para a Guiana, apareceria mais no contexto.
E o terceiro momento é uma expedição na floretsa, via rio, em que Mister No é acompanhado da filha do sequestrado para tentar localizá-lo. É a melhor parte da HQ, com brigas entre eles e curiosidades da Amazônia na dedicação do ilustrador em mostrar a fauna. A história tem pequeno embate com indígenas (esse Mister No sempre mata em todas as aventuras, tendo experiência de batalhas na segunda guerra). Continua na próxima edição.
A estética é dos anos 70 (fico sempre com sensação de escutar trilha sonora dramática no estilo dessa década - em suspense, ação, comédia, etc e tal) e, por mais que não goste de alguns momentos, tenho curiosidade cativante na série.