A aventura continua 100% na floresta, topando com surpresas e com crescente expectativa na expedição. Revela-se o objetivo, uma perdida e lendária cidade maia, mas até lá, entreveros com o cotidiano da floresta, com uma tribo revoltada contra invasores, encontro com inusitado missionário e aí então... Ah, já falei demais. O que posso ainda revelar é que estou curtindo bastante a HQ. Me fez lembrar de uma expedição que fiz a trabalho, em que fui a uma aldeia indígena super distante (3 horas de voadeira para chegar) através do rio mais fantástico que já vi, repleto de vida selvagem quase lendária, como as ciganas, uma ave que nunca tinha visto de perto (e só nessa experiência). Estavam nos paredões de aningais que nos cercavam às centenas, como enfeites dourados no verdor, tendo voos rasantes de vez em quando sobre nossas cabeças fantasticamente. E nem falei do que a gente ia vendo sob a voadeira... Nunca me esqueço e talvez por isso a HQ tenha conquistado meu entusiasmo. Tem lá seus exageros para americano ver, mas to curtindo tudo.