Filósofo demasiado humano
O presente livro trata-se de uma sucinta biografia do extraordinário filósofo Arthur Schopenhauer. Bem sucinta, aliás, se comparada ao livro de Rüdiger Safranski "Schopenhauer e os anos mais selvagens da Filosofia". Aqui me aterei simplesmente a informar que o livro que tenho em mãos, da editora Itatiaia, do ano de 1980, apresenta uma capa bem bonita, as páginas são de leitura confortável, apesar da transparência, mas um detalhe me incomodou e em um trecho atrapalhou a compreensão: há falhas na revisão do texto, sendo que em alguns trechos há erros de ortografia, percebi supressão de letras em outros e em uma situação (que me lembro agora) pareceu-me haver supressão de uma palavra. Afora isso, a releitura (é a segunda vez que o leio) foi agradável. Coincidência ou não, neste dia em que termino a segunda leitura (21 de Setembro) foi o mesmo, no ano de 1859, em que morreu esse grande filósofo. Ademais, depreende-se de sua biografia que Schopenhauer foi - ainda que extraordinário filósofo - humano, demasiado humano (com licença de seu admirador Nietzsche).

