CHAMADO PARA ACORDAR O LEIGO
CAPÍTULO 1 Qual é o problema?
Tese: Se o crescimento não for qualitativo antes de quantitativo, não será um genuíno avivamento e não terá valor à luz das Escrituras.
CAPÍTULO 2 Redescobrindo o leigo
Tese:A redescoberta do leigo teve(como mostra a história), tem e terá um grande impacto positivo na igreja, conseqüentemente da Igreja no mundo.
CAPÍTULO 3 O leigo
Tese: O leigo é, assim como o clérigo, um membro do corpo de Cristo, templo do Espírito Santo, irmão e sacerdote. Porém representa a grande maioria da Igreja e é o maior representante do cristianismo no mundo.
CAPÍTULO 4 O relacionamento entre o clero e o leigo
Tese: O clero é instituído por Deus para servir o leigo e a igreja, ajudando-os a desempenhar seu papel de cristãos.
CAPÍTULO 5 O que é filosofia de ministério
Tese: É um grupo de convicções reunidas sobre a doutrina da igreja (O que é a igreja e qual sua missão?) que determinam a direção do ministério.
CAPÍTULO 6 A igreja
Tese: “A igreja visível de Cristo é a comunidade do povo de Deus chamado para fora do mundo, e enviado ao mundo como discípulos de Cristo.”(p.49)
CAPÍTULO 7 Desafiando a doutrina tradicional da Igreja
Tese: A doutrina tradicional(dos Reformadores) da Igreja é incompleta pois nega a apostolicidade dela, apostolicidade que solucionaria o problema do leigo na Igreja moderna.
CAPÍTULO 8 A apostolicidade da Igreja
Tese: A apostolicidade, que é o atributo essencial da Igreja, consiste em ter(herdar) o testemunho e o ministério dos apóstolos e se estende a toda a igreja(clérigos e leigos).
CAPÍTULO 9 Por que a Igreja existe?
Tese: A Igreja existe para adorar a Deus, salvar o mundo e nutrir e treinar os crentes. Esatas três faces devem ser enfatizadas igualmente.
CAPÍTULO 10 Os méritos estratégicos do treinamento de leigo
Tese: O discipulado provê o treinamento necessário, requisitado, para o leigo ir ao mundo.
CAPÍTULO 11 Jesus e seus discípulos
Tese: O próprio Jesus deu uma grande e enfática importância ao discipulado
CAPÍTULO 12 O conceito de discípulo nos quatro Evangelhos e no livro de Atos
Tese: Há um embasamento bíblico do ministério de treinamento de discípulos.
CAPÍTULO 13 Todos os crentes são Discípulos?
Tese: Todo que crê em Jesus é um discípulo. Logo o crente é treinado não para ser discípulo, mas por que é discípulo, e o discípulo está sempre crescendo e buscando a perfeição (inalcançável aqui).
CAPÍTULO 14 O compromisso pessoal
Tese: Uma das três características que conceituam o discipulado é o compromisso pessoal, que consiste numa entrega total de nossas vidas a Jesus admitindo o preço necessário para segui-lo, tudo isso num contexto de relacionamento pessoal com o próprio Jesus.
CAPÍTULO 15 O testemunho do Evangelho
Tese: Outra característica que conceitua o leigo é: o discípulo é alguém que naturalmente (induzindo pelo Espírito Santo) testemunha, e isso por obras e imprescindivelmente por palavras.
CAPÍTULO 16 O Servo
Tese: Uma última característica que conceitua o leigo é: Ao exemplo do Mestre, o discípulo deve ser um servo, que serve voluntariamente e está propenso ao sofrimento.
CAPÍTULO 17 A natureza da Igreja mudará
Tese: A filosofia ministerial de fazer discípulos de leigos, reforma a natureza da Igreja
CAPÍTULO 18 O propósito do treinamento de discipulado
Tese:O propósito final do treinamento do discipulado é que o leigo adote o caráter e a vida de Jesus Cristo como sua própria vida e caráter e que o leigo seja equipado e preparado para testemunhar e servir.
CAPÍTULO 19 Quem dirigirá o treinamento de discipulado?
Tese: O pastor(titular, em caso de mais de um pastor) deve dirigir, atendendo aos quesitos de:fazer-se discípulo para aprender a fazer o treinamento; compatibilizar sua filosofia ministerial e enfatizar o ensino, para ter sucesso .
CAPÍTULO 20 Como começar?
Tese: Deve-se ambientalizar a Igreja, (principalmente a liderança) com a filosofia ministerial de treinar discípulos com cautela e sabedoria. Um pequeno grupo (os presbíteros de preferência) deve ser separado par o treinamento, onde o pastor deve dar usa vida para que esse primeiro grupo dê certo a fim de que o ministério ganhe aceitação da igreja( e não entre em descrédito)e para isso devem-se fazer as escolhas do pequeno grupo com cautela e unção. Deve-se reforçar, ainda, a imprescindibilidade das reuniões.
CAPÍTULO 21 Ferramentas de Ensino
Tese: A exemplo de Jesus, devemos nos utilizar de três ferramenta fundamentais para o ensino: A palavra de Deus,( a principal, que efetua a transformação almejada pelo discipulado); o nosso exemplo, (que nos imitem como imitamos a Cristo); e a experiência do discípulo, (que é a prática, a aplicação, o exercício das coisas aprendidas em sala).
CAPÍTULO 22 Um bom material de ensino
Tese: Um material de treinamento de discípulos deve formar “uma trindade” bem equilibrada do Evangelho [e seu poder], da doutrina e da vida, e também permitir compartilhar a filosofia de ministério do pastor. Preferencialmente estudo indutivo, pois tem mais valor didático.
CAPÍTULO 23 O estabelecimento do grupo pequeno
Tese: A exemplo de Jesus e das igrejas no primeiro século, os pequenos grupos são o ambiente perfeito para treinamento de discipulado, pois, além dos fatores pedagógicos( e por que não dizer, administrativos), proporciona um ambiente natural de cura no interior dos discipulados.
CAPÍTULO 24 Compreendendo o Método Indutivo
Tese: Para melhor atingir os alvos do treinamento de discipulado, o método indutivo é mais viável que o dedutivo mas requer um bom preparo do líder par aplicá-lo corretamente.
CAPÍTULO 25 A liderança no treinamento de discipulado
Tese: A liderança é o principal responsável pelo sucesso do treinamento de discipulado, portanto deve estar saudável espiritualmente, estar ungida e ter atitude para com os discipulados semelhante a um pai e treinador esportivo.
CAPÍTULO 26 A primeira etapa do treinamento
Tese:Antes da primeira sessão o pastor deve visitar o selecionados e coletar dados referente a seu estado espiritual, emocional e social, bem como sua promessa de que irão seguir as regras(também previamente expostas) e prepará-los para como abrirem suas casas. A igreja deve ser conscientizada da importância desse ministério que se inicia. Na primeira sessão o pastor deve preparar o ambiente, selecionar secretário e tesoureiro, estabelecer metas mensais e antes de acabar, prevenir os discípulos das eminentes dificuldades que certamente enfrentarão.
CAPÍTULO 27 Um modelo de ministério de treinamento de discipulado
Tese: Há vários exemplos de igrejas modelos, com diferente características e dificuldades em suas histórias para implantação do ministério de treinar o leigo.
CAPÍTULO 28 A herança da Igreja coreana
Tese:” Por traz do fato de que as igrejas coreanas tem agora um dos resultado mais bem sucedidos de missões mundiais, está o seu espírito de ministério centrado no treinamento do leigo”(p.196), herdado da filosofia ministerial dos pioneiros influenciados pelo método ministerial Nevius.
CAPÍTULO 29 As raízes do treinamento de discipulado da Igreja
Tese: Observando a história da igreja Sarang, J. H. H. Oak reteve alguns princípios indispensáveis para o treinamento de discípulos dar certo: não mudar o rumo ( manter a filosofia de ministério e não se desviar do método); administrar o tempo e energia (recusar quase todo compromisso pra focalizar no treinamento); dar exemplo ( o líder também deve estar em crescimento); quem não faz o treinamento não trabalha; manter o equilíbrio e o ritmo ( não exigir excessivamente porém não deixar escapar o clima de treinamento).
CAPÍTULO 30 Movendo-se do treinamento de discipulado para o treinamento de líderes
Tese: A igreja está sempre capacitando o leigo para os demais ministérios. O treinamento de discipulado lhes oferece saúde em aspectos da fé e do caráter. Eles então são suplementados com o treinamento de líderes, para capacitá-los a achar e usar seus dons espirituais no ministério. Ainda, Oak sugere o programa de Evangelismo Explosivo pra suprir esse aspecto, deficiente nos treinamentos de discipulado e de líderes. Sugere ainda que os líderes continuem a ser educados para permanecerem saudáveis e ativamente saudáveis... Enfim, a Igreja é um verdadeiro centro de educação para capacitar o leigo a desenvolver seu ministério.
CAPÍTULO 31 Trazendo a colheita dom alegria
Tese: A despeito de algumas dificuldades, o treinamento de discipulado trouxe muitas benção para a igreja do pastor Oak (uma igreja madura e um crescimento saudável) bem como responsabilidades (ocupar os leigos treinados com seus devidos ministérios) e muitas alegrias pra o próprio pastor Oak ( o treinamento de discipulado tende a criar um relacionamento mais profundo, honesto e amoroso entre os leigos e o pastor do que outras filosofias de ministérios), além de gozar da aprovação pela grande maioria.
CAPÍTULO 32 Os problemas permanentes
Tese: Contudo, o treinamento de discipulado pode trazer certos problemas como: exigências maiores do pastor, uma vez que eles mesmo estão mais maduros; exigência de mais pastores para suprir várias necessidades; um idealismo destrutivo; e uma pressão sobre as pessoas por causa da atmosfera de treinamento.
CAPÍTULO 33 O século vinte e um: uma oportunidade par o Ministério
Tese: “A igreja da era da informação precisa de uma filosofia de ministério definida para edificar a liderança leiga como discípulos de Cristo mais do que nunca.” (p.230)
TESE DO LIVRO: O treinamento de discipulado é parte da essência da Igreja apostólica. O ministério focado no que fazer “com”(em conjunto, ao invés de “pelo”) o leigo (um ministério voltado para acolher, nutrir, treinar, equipar...) produzirá uma igreja madura, em crescimento saudável e de impacto na sociedade e no mundo.