Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas7
    • Leitores104
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Jane Eyre -

    Charlotte Brontë

    KTTK
    2018
    406 páginas
    13h 32m
    ISBN-10: B07DK4TR5D
    Português Brasileiro
    4.3
    49 avaliações
    Leram60Lendo2Querem42Relendo0Abandonos0Resenhas7
    Favoritos12Desejados42Avaliaram49

    Primeiro romance de Charlotte Brontë, grande clássico da literatura inglesa, que inspirou adaptações para cinema e televisão. Jane Eyre, órfã de pai e mãe, vive com parentes que a desprezam até ser enviada para a instituição de caridade Lowood. Apesar das inúmeras privações que enfrenta na escola, a menina leva uma vida quase feliz, tornando-se forte e independente. Aos 18 anos, decide partir para Thornfield e trabalhar como preceptora de Adele, pupila de Edward Rochester. "Jane Eyre" narra, além de uma comovente história de amor, a saga de uma jovem em busca de uma vida mais rica do que a sociedade inglesa do século XIX tradicionalmente permitia às mulheres. ________________________________________________________________ É um ebook vendido na Amazon, infelizmente o site deles não tem muitas informações referente a esse livro, não encontrei o número de páginas, edição, ano e informações como essas, o que encontrei preenchi aqui.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (7)Ver mais
    Polly Moraes picture
    Polly Moraes28/04/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Jane Eyre: dava era um bom de um novelão! (#077)

    O livro de hoje foi minha primeira experiência com uma leitura coletiva. Li em conjunto com as meninas do grupo Cantinho da Leitura no whatsapp criado pela Camila do @vivenciasdeumaleitora e foi muito massa! É enriquecedor dividir uma leitura com outras pessoas que têm visões de mundo diferentes. Recomendo a experiência! Jane Eyre, apesar de eu não ter gostado tanto assim do desfecho do livro, foi uma história que me conquistou, sobretudo pela protagonista. Jane é uma personagem incrível, forte, determinada e fiel aos seus princípios. Por ser um romance de formação, a retidão de caráter é um traço fundamental da Jane, e mesmo acontecendo todos os infortúnios possíveis com essa garota (é de dá dó, sério), ela não esmorece e não trai a verdade do seu coração. Acompanhamos boa parte da infância da Jane, desde os maus-tratos que sofria da tia e dos primos até o seu começo difícil no internato, experiência essa que vai ser determinante no caráter da personagem. No entanto, é a vida adulta da Jane que é a peça central dessa história. Depois de anos vivendo no internando, de onde ela tinha virado professora, Jane decide ganhar o mundo e se torna a preceptora da pequena Adele na misteriosa e sombria Thornfield Hall. Lá, ela conhece Edward Rochester, protetor da pequena Adele, e dono de uma personalidade tão sombria e misteriosa quanto a casa da qual é dono. Já dá para imaginar que vai dar romance, né? Autores de romance têm fetiche por personagens masculinos inacessíveis emocionalmente. Sério, nunca vi isso. Apesar desse clichezão, isso não prejudica o livro. Jane Eyre é uma história e tanto, daquelas que a gente não consegue parar de ler, porque o final de cada capítulo acaba com um gancho que te mata de curiosidade para saber o que vai acontecer no próximo. Dava uma boa de uma novela das seis (me julguem)! É um plot twist atrás do outro, desses de a gente ficar de queixo caído. Mas, como falei, o final não me agradou tanto. Achei que a Charlotte fez muito malabarismo para um “final feliz”. No entanto, por outro lado, entendo o livro no seu tempo. Afinal, estamos falando de quase dois séculos de diferença. O final escolhido pela autora fazia todo o sentido na época. Hoje, ele já não cabe mais para a cabeça de uma mulher progressista do século XXI, que sou. Entendo a Jane, mas me dou o direito de discordar dela. Enfim, a escrita da Charlotte Brontë é sedutora e me deixou com água na boca para experimentar outras de suas obras. Com personagens bem construídos e um enredo digno de novela, a história não deixa nada a desejar. E, só para acrescentar, que é que tinha na genética dessas irmãs Brontë, hein? Que mulheres maravilhosas! Fica a dica de uma leitura fantástica!

    13 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 49
    • 5 estrelas43%
    • 4 estrelas37%
    • 3 estrelas18%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%
    Charlotte Brontë profile picture

    Charlotte Brontë

    Charlotte Brontë foi uma das grandes romancistas da Inglaterra do século 19, a mais velha das três irmãs Brontë, cujos romances são marcos na história da literatura mundial. Nasceu em 1816, sendo a terceira filha do reverendo Patrick Brontë e de sua esposa, Maria Branwell. Seu irmão, Patrick Branwell, nasceu em 1817 e suas irmãs, Emily e Anne, em 1818 e 1820, respectivamente. Em 1820, seu pai foi nomeado como pároco de Haworth, próximo a Yorkshire, para a família se mudou; em 1821, Maria Branwell morre e deixa a criação de seus filhos sob os cuidados de sua irmã, Elizabeth Branwell. As pobres condições de vida enfrentadas pelas crianças Brontë as levaram a uma série de problemas de saúde, iniciando com a morte das duas irmãs mais velhas da família, em 1825, após terem ingressado no Clergy Daughters School. Foi este colégio que inspiraria, mais tarde, Charlotte na descrição do sinistro colégio Lowood que aparece em seu romance “Jane Eyre”. Seu ingresso na literatura iniciou-se com pequenos contos de inspiração byroniana escritos em conjuntos com seus irmãos: com Patrick, criou o reino imaginário de Angria, ao mesmo tempo que Emily e Anne criavam o reino de Gondal. Em 1842, Charlotte e Emily ingressaram em internado em Bruxelas, mas a morte de sua tia a obrigaram retornar à Inglaterra. Emily passou a cuidar da administração da casa dos Brontë e Anne tornou-se preceptora de uma família nas cercanias de York, para a mesma família na qual Patrick Branwell servia como professor particular. As experiências que Charlotte vivenciou em Bruxelas serviram para inspirá-la nas características da personagem Lucy Snow, protagonista de seu romance “Villete”, de 1853. No mesmo ano, seu irmão Patrick envolveu-se com a mulher de seu patrão e a partir deste ano passa a recorrer ao ópio e à bebida. Foi Charlotte quem incentivou as irmãs a escreverem e a publicarem seus romances, a partir de 1847, valendo-se de pseudônimos ambíguos: Charlotte publicou “Jane Eyre”, sob a alcunha de Currer Bell; Emily, publicou “O Morro dos Ventos Uivantes”, sob o nome de Ellis Bell, obtendo sucesso imediato; “Agnes Grey”, foi publicado por Anne, sob o nome de Acton Bell. Emily morreria de tuberculose, em 1848 e Anne, em 1849, um ano após publicar “A Moradora de Wildfell Hall”. Charlotte se casaria em 1854 com o assistente de seu pai, Arthur Bell Nicholls, que fora o seu quarto pretendente. Em 31 de março de 1855, grávida de seu único filho, caiu enferma e morreria de tuberculose como suas irmãs. A importância de Charlotte Brontë é significativa em um momento em que as relações sociais e econômicas da sociedade se transformavam: em uma época onde as mulheres eram consideradas apenas como um mero adorno social, Charlotte Brontë bravamente enfrentou os obstáculos da sociedade através de sua obra. Seus romances falam sobre a opressão da mulher, o que a caracterizam como uma das primeiras mulheres modernas; entretanto, classificá-la apenas como feminista seria uma má-representação de sua verdadeira condição e importância. Diferentemente das escritoras Mary Wollstonecraft e George Sand, que surgem como as primeiras defensoras da nova condição da mulher, Charlotte vale-se exclusivamente de suas obras para imprimir uma nova visão do papel da mulher. Nesse ponto, Charlotte Brontë é uma das grandes opositoras da obra de Jane Austen, por considerar que as personagens austeanas se conformavam com o papel da mulher submissa dos primeiros anos do século 19. Nesse ponto, as personagens elaboradas por Charlotte são diametralmente opostas às criadas por Jane Austen. Sua vida foi registrada através da biografia publicada por sua amiga, a escritora Elizabeth Gleghorn Gaskell. Sua produção literária, apesar de modesta, é significativa: sua primeira obra, “The Green Dwarf, A Tale of the Perfect Tense”, foi escrita em 1833; seguiu uma produção juvenília até a publicação de seu primeiro romance, “Jane Eyre”, em 1847; “Shirley” foi escrita em 1849; “Villette”, em 1853; “O Professor”, apesar de ter sido seu primeiro romance, antes mesmo de “Jane Eyre” somente foi publicado postumamente, em 1857; deixou ainda inacabado “Emma”, publicado em 1860.

    51 Livros
    966 Seguidores
    Yorkshire, Inglaterra

    Charlotte Brontë