Embora seja apenas um bom livro, não conseguiu superar nem de longe a expectativa criada pelo clássico “O Poderoso Chefão” de Mario Puzo.
A diferença mais notável é a mudança de estilo e linguagem. Mark Winegardner, o autor desta sequência, tem um tom mais direto e menos poético do que Puzo, propriamente dito, mais chulo. Os diálogos dos personagens perderam um pouco da essência italiana e da profundidade que caracterizavam o primeiro livro. E isso me incomodou bastante.
A história em si é interessante, explorando a próxima geração dos Corleone e seus desafios. No entanto, senti que faltou a complexidade e a riqueza de detalhes que tornaram “O Poderoso Chefão” uma obra-prima.
Em resumo, “A Volta do Poderoso Chefão” é um bom livro, mas não é uma continuação à altura do original. Vale a pena ler para fãs da saga, mas não espere a mesma magia que o primeiro livro.