Isagoge de Porfírio - Tradução de Gustavo Barreto Vilhena de Paiva Revisão: prof. José Carlos Estêvão

    não informado

    cepame - fflch - usp
    2017
    30 páginas
    1h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Por ser necessário, Crisaório, para a instrução sobre os predicados de Aristóteles, haver compreendido o que é gênero, o que é diferença, o que é espécie, o que é próprio e o que é acidente e sendo útil a observação disso tanto para apresentar definições, quanto para o que concerne à divisão e à demonstração como um todo, procuro, ao fazer este resumo para enviá-lo a você, expor em poucas palavras, à maneira de introdução, o que provém dos antigos, mantendo-me afastado das especulações mais profundas e mirando comedidamente no que é mais simples. Assim, por exemplo, sobre os gêneros e as espécies, se eles subsistem ou se encontram somente nos simples pensamentos; se, uma vez que subsistam, são corpóreos ou incorpóreos; e se são separados ou subsistentes nos sensíveis e em meio a estes, rejeitarei falar, por ser esse um estudo muito profundo e que necessita de uma outra pesquisa, maior que essa. Tento agora mostrar a você, por outro lado, como os antigos – e, dentre eles, principalmente os da escola peripatética – trataram o mais racionalmente2 daquilo e do que foi exposto. Link: http://cepame.fflch.usp.br/sites/cepame.fflch.usp.br/files/upload/paginas/Porf%C3%ADrio%2C%20Introdu%C3%A7%C3%A3o%20%28Isagoge%29%20%28revis%C3%A3o%29_0.pdf

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