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    Taro (inhame) - boas práticas de colheita e de pós-colheita.

    BALBINO, J. M. de S.

    Incaper
    2018
    50 páginas
    1h 40m
    ISBN-13: 9788589274289
    Português Brasileiro
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    O taro, Colocasia esculenta (L.) Schott, é uma hortaliça pertencente à família Araceae, a qual é composta de, pelo menos, 100 gêneros e por mais de 1.500 espécies (MAGA, 1992). Segundo o autor, a classificação do taro tem tido uma longa e confusa história em razão das denominações que recebe em diferentes partes do mundo, tais como dasheen, eddoe, cocoyam etc., e pelo nome taro ser comumente utilizado para representar vários gêneros de plantas tuberosas comestíveis. No Brasil, a espécie C. esculenta também recebe denominações regionais, sendo conhecida no Sul, Sudeste e Centro-Oeste brasileiros por ?inhame?. Por essa razão, desde 2002, técnicos que trabalham com a cultura buscam popularizá-la com o nome de ?taro?, padronizando, assim, a sua denominação em todo o território nacional, de acordo com a terminologia adotada mundialmente (PEDRALLI et al., 2002). A planta adulta do taro apresenta caule modificado, com raízes fasciculadas, rico em carboidrato, cuja parte central é denominada de cormo, de onde se distribuem lateralmente cormos secundários, menores (também chamados cormelos), curtos e espessos, com formatos que, dependendo da cultivar, variam de ovalado (oblongo) a alongado (cilíndrico) (STRAUSS, 1983; KAYS, 1991; MAGA, 1992). Os cormos são popularmente denominados por ?cabeça? ou ?mãe? (cormo central) e ?dedos? ou rebentos (cormos laterais). Link para ler o pdf https://biblioteca.incaper.es.gov.br/digital/bitstream/123456789/3088/1/BRT-Livro-Taro-PDF.pdf

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    José Mauro de Sousa Balbino

    Possui graduação em Agronomia pela Universidade Federal de Viçosa (1980), Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Pública Municipal, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Espírito Santo - IFES (2012), Mestrado em Fitotecnia (Produção Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1985) e Doutorado em Ciências Agrárias (Fisiologia Vegetal) pela Universidade Federal de Viçosa (1996), cursando a parir de agosto de 2016 Pós-graduação em Educação Ambiental e Sustentabilidade pelo IFES. Atualmente é pesquisador e Chefe do Centro Regional de Desenvolvimento Rural Centro Serrano do Instituto Capixaba de Pesquisa Assistência Técnica e Extensão Rural e professor da FAVENI-FACULDADE VENDA NOVA DO IMIGRANTE, atuando nas disciplina de Metodologia de Pesquisa, Desenvolvimento sustentável e Diversidade Cultural e na orientação dos trabalhos de conclusão de curso em Administração e Ciências Contábeis. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Manejo Pós Colheita, atuando principalmente nos seguintes temas: qualidade, produtividade, pós-colheita, conservação, principalmente com as culturas do tomate, morango e taro.

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    José Mauro de Sousa Balbino