Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores8
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O quarto século -

    Édouard Glissant

    Editora Guanabara
    1986
    370 páginas
    12h 20m
    ISBN-10: 852770014X
    Português Brasileiro
    0
    0 avaliação
    Leram4Lendo0Querem4Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados4Avaliaram0

    Em "O quarto século" dialogam dois tempos - passado e presente - e duas visões - a intuitiva e a lógica - representados respectivamente por Papai Longoué e o jovem Mathieu, bem como duas posturas diante da vida, a do escravo Béluse, o homem da plantação, e a do primeiro Longoué, o homem livre, que se insurge desde logo contra o senhor, fugindo para o morro. Com eles a paisagem assume um valor essencial. Entre as Antilhas e a África, o vasto mar, que os separa do Paraíso perdido. Estas são as linhas de força desta obra em que Édouard Glissant cava o solo da memória, em busca de um passado primordial, e deixa fluir no seu discurso poético a angústia do desenraizamento. Essa busca através de duas ordens de realidade, a dos livros e a da memória do povo, através da opacidade do discurso do senhor e a do discurso do escravo, gera o texto, alimenta-o, transforma-o, e traz ao leitor, com a perspectiva de um novo tempo, o futuro, a emoção de uma sensibilidade atenta às cisões na unidade do ser.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Édouard Glissant profile picture

    Édouard Glissant

    Édouard Glissant nasceu em 1928, em Sainte-Marie, na Martinica. Foi autor de uma extensa obra, entre ensaios filosóficos, romances, poesia e teatro. Na juventude, por influência de Aimé Césaire, se aproxima do surrealismo e participa ativamente do grupo literário e político Franc Jeu. Muda-se para Paris em 1946 e inicia os estudos de filosofia, na Sorbonne, e de etnografia, no Musée d’Homme. A partir dos anos 1950, engaja-se em movimentos pela descolonização ao lado de escritores como Frantz Fanon e René Depestre. Seu primeiro livro de poemas, “Un Champ d’Îles”, é lançado em 1953. Três anos mais tarde publica o ensaio “Soleil de la Conscience – Poétique I”, inaugurando a série de livros de um projeto conceitual e poético marcado por uma rara originalidade, do qual fariam parte Poética da Relação, de 1990, “Traité du Tout-Monde – Poétique IV,” de 1997, e “La Cohée du Lamentin – Poétique V”, de 2005. A Relação, um dos conceitos centrais de sua obra, também está presente em O discurso antilhano, de 1981, seu trabalho mais conhecido. Como ficcionista, lançou oito romances, entre eles “La Lézarde” (1953), pelo qual recebeu o Prêmio Renaudot. Glissant teve uma significativa carreira universitária, lecionando nas universidades da Louisiana e de Nova York, e desenvolveu importantes atividades na Unesco. Em 2010 publicou seu último livro de ensaios, “Philosophie de la Relation”. Morreu em Paris, em 2011. Édouard Glissant foi um pensador incansável, ousado, provocador e plenamente dedicado à tarefa de refletir sobre os efeitos da colonização e (re)imaginar o mundo. [bazardotempo]

    12 Livros
    5 Seguidores

    Édouard Glissant