Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores3
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A Arte De Viver E Outras Artes -

    Aníbal Machado

    Graphia
    1994
    310 páginas
    10h 20m
    ISBN-10: 8585277092
    Português Brasileiro
    0
    0 avaliação
    Leram0Lendo0Querem3Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados3Avaliaram0

    Cinco dos oito títulos que compõem a bibliografia de Aníbal Machado, da forma que ele a reconheceu em vida, aparecem reunidos neste livro - O Cinema e sua Influência na Vida Moderna, ensaio que marca, em 1941, a sua estréia em livro, aos 46 anos de idade; Goeldi, outro ensaio, de 1955, sobre a obra do gravador; e Cadernos de João, que acrescenta novos textos aos contidos em ABC das Catástrofes-Topografia da Insônia, de 1951, e em Poemas em Prosa, de 1955. O livro traz uma compilação de sua obra crítica dispersa em periódicos, entre as décadas de 30 e 60, abrangendo estudos sobre literatura, artes plásticas, cinema e teatro, em que se incluem análises sobre Machado de Assis, Walt Whitman, Carlos Drummond de Andrade, Graciliano Ramos, Oswald de Andrade, Lasar Segall, Cândido Portinari, Di Cavalcanti, Charles Chaplin, Bertolt Brecht.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    0 / 0
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas0%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Aníbal Machado profile picture

    Aníbal Machado

    Aníbal Monteiro Machado fez os estudos secundários em Belo Horizonte, no Colégio D. Viçoso e no Externato do Ginásio Mineiro, hoje Colégio Estadual. Iniciou o curso superior na Faculdade Livre de Direito do Rio de Janeiro, transferindo-se depois para a de Belo Horizonte, onde se formou em dezembro de 1917. Tornou-se então professor de História Universal num colégio estadual de Minas Gerais e crítico de artes plásticas no Diário de Minas, onde trabalhou com os poetas Carlos Drummond de Andrade e João Alphonsus de Guimaraens. Depois foi promotor público, primeiro em Minas Gerais e em seguida no Rio de Janeiro, na época capital do país (1924).[1] Por não se sentir com vocação para a carreira jurídica, deixou a promotoria para ser professor de literatura do Colégio Pedro II. Exercia o magistério paralelamente a um cargo burocrático no Ministério da Justiça, do qual se demitiu diante da movimentação política que resultou na Revolução de 1930. Começou na literatura quando estudante e, no Rio, ligou-se aos modernistas, com assídua colaboração nos periódicos Revista de Antropofagia, Estética, Revista Acadêmica e Boletim de Ariel. Eleito presidente da Associação Brasileira de Escritores, organizou, com Sérgio Milliet, o 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945. Este congresso, ao defender a liberdade democrática, precipitou o fim da ditadura de Getúlio Vargas. Apesar de sua atuação no meio literário, o primeiro livro, um ensaio sobre cinema, surgiu apenas em 1941, quando já tinha 46 anos. Na ficção, sua estreia em livro foi Vida Feliz, em 1944, seguindo-se Histórias reunidas, em 1955, Cadernos de João, em 1957 e, postumamente, João Ternura, em 1965. Marcou sua presença de destaque no panorama do conto brasileiro com textos antológicos, como Viagem aos Seios de Duília, Tati, a Garota e A Morte da Porta-Estandarte. Ligado ao teatro, ajudou a fundar vários grupos teatrais, tais como Os Comediantes, o Teatro Experimental do Negro, o Tablado e o Teatro Popular Brasileiro. Traduziu peças de Anton Checov e Franz Kafka e escreveu a peça O Piano, adaptada da novela de mesmo nome. Por esta peça, recebeu o Prêmio Cláudio de Sousa, da Academia Brasileira de Letras. Também foi condecorado com a Legião de Honra. Na década de 1960, seus contos A morte da porta estandarte, Tati, a garota, O iniciado do vento (O Menino e o Vento, 1967) e Viagem aos seios de Duília ganharam versões para o cinema, com colaboração do próprio Aníbal nos roteiros. Manoel Carlos adaptou vários contos de sua obra na telenovela Felicidade, exibida pela Rede Globo em 1991. Teve seis filhas; entre elas, a escritora e teatróloga Maria Clara Machado, cultuadora e guardiã de sua obra.

    16 Livros
    4 Seguidores
    Minhas-Gerais, Brasil

    Aníbal Machado