Gostei de:
"Quem não te conhece que te compre" - a matéria de capa, destacando 20 erros associados a produtos industrializados, sobre a propaganda e o que representa de fato. Fui surpreendido em duas coisas:
- Nos óleos de cozinha, por ter preferência pelos que não tem colesterol, escolhendo sempre nesse quesito os de canola e semente de girassol (costumeiramente mais caros também). Algo que o subconsciente alertava na hora das compras, com ideia fundamentada em programas que havia assistido sobre saúde. Mas tem um detalhe! Todo óleo vegetal não tem colesterol, a não ser que tenha sido adicionado, afinal, nenhum vegetal o produz (é um metabólito produzido no organismo animal). Seja qual óleo for, no quesito colesterol são idênticos. Nem acredito que como estudante de Ciências me deixei envolver por esse erro crasso. Pior que, verificando embalagens, está lá escrito (mas numa letra bem miúda).
Eita! Lembrei que tem quem prefira a banha de porco! Como é que fica? Dava para incluir a discussão na lista, já que existem defensores e, pelo texto apresentado, é fonte de colesterol. Poderia tecer suposições, mas gostaria do parecer de quem é da área de saúde, pois a indústria alimentícia é cheia de mentiras.
- Nos complexos vitamínicos, que para muitos é sinônimo de saúde. Claro que sabia que a alimentação saudável é o ideal e os complexos são recomendados apenas para quem tem carência (após parecer médico). A razão do registro é que gostaria de acrescentar que, contrariando o que pensam, podem ser nocivos à saúde. Vitamina C em excesso pode gerar cálculo renal e existem pesquisas de cânceres associados ao uso indiscriminado dos tais complexos.
"Sotaques do Brasil" - O 'R' puxado, como no caso dos paulistas, tem origens indígenas e francesa; o 'S' chiado dos cariocas e nortistas teria vindo das Ilhas dos Açores e Canárias; e o 'T' seco no sul, e em partes do Nordeste, da colonização europeia.
Ah! Seria legal um estudo das expressões regionais (uai, oxente, égua e por aí).