O corpo como poesia. O corpo como monstruosidade. O corpo como imagem cênica. O corpo como processo. O corpo como contemporaneidade. O corpo como poética da diferença. O corpo como prática artística. O corpo como performance. O corpo como (anti)teatralidade. O corpo como língua. O corpo como vivência no mundo. O corpo e suas metáforas têm perpassado a história do Ocidente a partir de um olhar nem sempre dignificante ou elogioso. Para além da arte, o corpo tem sido também o espaço do tabu, da proibição, da condenação. No século XX, a retomada ou a própria criação – ainda não o sabemos – dos estudos dedicados ao corpo tem recebido a atenção de artistas e pesquisadores, tendo por único elemento comum a leitura multidisciplinar. Neste segundo volume de Discursos do Corpo na Arte, os autores abaixo refletem sobre tudo aquilo que o corpo – seja ele artístico, histórico, pedagógico ou lúdico – tem a dizer.
Discursos do Corpo na Arte - VOL II -
Enéias Farias Tavares, Gisela Reis Biancalana e Mariane Magno (Orgs.)
Editora UFSM
2017
344 páginas
11h 28m
ISBN-13: 9788573912753
Português Brasileiro
Edições (1)
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