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    O tempo, esse grande escultor (Coleção: Biblioteca Áurea) -

    Marguerite Yourcenar

    Nova Fronteira
    2018
    152 páginas
    5h 4m
    ISBN-10: 8520943055
    Português Brasileiro
    3.5
    71 avaliações
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    Favoritos3Desejados276Avaliaram71

    Em O tempo, esse grande escultor, Marguerite Yourcenar mantém sua inspiração direcionada à pluralidade, utilizando sua prosa lírica para fazer reflexões sobre passado e presente, e, também prestar um tributo à arte. O livro traz a oportunidade única de conhecer a mente da grande dama da literatura francesa. "A memória dos homens semelha os viajantes fatigados que se desfazem das bagagens inúteis a cada pausa do caminho. De tal sorte que acabarão por chegar de mãos vazias, nus, ao local onde devem dormir e, no dia do grande despertar, serão como crianças que nada sabem do ontem." Trecho de O tempo, esse grande escultor

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    Cristiane Roveda picture
    Cristiane Roveda29/04/2019Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Crônicas do seu tempo

    A leitura das crônicas de Yourcenar nos leva para um tempo que não é o nosso. Somos expostos ao estado de observação, de contemplação. A grande quantidade de referências a autores, livros, textos, filósofos pode tornar a leitura um pouco lenta, porém extremamente enriquecedora.

    10 curtidas

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    3.5 / 71
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    Marguerite Cleenewerck de Crayencour

    Marguerite Yourcenar, pseudônimo de Marguerite Cleenewerck de Crayencour (anagrama de Yourcenar), foi uma escritora belga de língua francesa. Foi a primeira mulher eleita à Academia Francesa de Letras em 1980, após uma campanha e apoio activos de Jean d'Ormesson, que escreveu o discurso de sua admissão. Foi educada de forma privada e de maneira excepcional: lia Jean Racine com oito anos de idade, e seu pai ensinou-lhe o latim aos oito anos e grego aos doze. Em 1939 mudou-se para os Estados Unidos, onde passou o resto de sua vida, obtendo a cidadania estado-unidense em 1947 e ensinando literatura francesa até 1949. As suas Mémoires d´Hadrien (Memórias de Adriano), de 1951, tornaram-na internacionalmente conhecida. Este sucesso seria confirmado com L'Œuvre au Noir (A Obra em Negro, 1968), uma biografia de um herói do século XVI, chamado Zénon, atraído pelo hermetismo e a ciência. Publicou ainda poemas, ensaios (Sous bénéfice d'inventaire, 1978) e memórias (Archives du Nord, 1977), manifestando uma atracção pela Grécia e pelo misticismo oriental patente em trabalhos como Mishima ou La vision du vide (1981) e Comme l´eau qui coule (1982).

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    75 Seguidores

    Marguerite Cleenewerck de Crayencour