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    Sweet Days of Discipline -

    Fleur Jaeggy

    New Directions
    1993
    101 páginas
    3h 22m
    ISBN-13: 9780811212359
    3.4
    6 avaliações
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    Jaeggy, a Swiss-born writer living in Italy, gives her narrator an abundance of memorable lines describing a boarding school set in idyllic Switzerland. Set in postwar Switzerland, Fleur Jaeggy’s eerily beautiful novel begins simply and innocently enough: "At fourteen I was a boarder in a school in the Appenzell." But there is nothing truly simple or innocent here. With the off-handed knowingness of a remorseless young Eve, the narrator describes life as a captive of the school and her designs to win the affections of the apparently perfect new girl, Fréderique. As she broods over her schemes as well as on the nature of control and madness, the novel gathers a suspended, unsettling energy. Now translated into six languages, I beati anni del castigo in its Italian original won the 1990 Premio Bagutta and the 1990 Premio Speciale Rapallo. In Tim Parks’ consummate translation (with its "spare, haunting quality of a prose poem"), Sweet Days of Discipline was selected as one of the London Times Literary Supplement’s Notable Books of 1992: "In a period when novels are generally overblown and scarcely portable, it is good to be able to recommend [one that is] miraculously short and beautifully written."

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    Fleur Jaeggy

    Fleur Jaeggy nasceu em 1940 na cidade suíça de Zurique. Sua língua materna é o italiano e esta é a língua em que escreve seus livros. Depois de estudar em diferentes colégios internos na Suíça, Jaeggy mudou-se para a Itália, onde mora há mais de trinta anos. Ela inicialmente se estabeleceu em Roma, onde se envolveu com Thomas Bernhard e estabeleceu uma grande amizade com o escritor austríaco Ingeborg Bachmann; Anos depois, mudou-se para Milão e começou a colaborar com a editora Adelphi. Fleur Jaeggy combinou a escrita de seus livros com a tradução de autores como Robert Walser, Marcel Schwob, Robert Schumann, Thomas de Quincey e John Keats. Seu trabalho, semeado com prêmios literários, atraiu a atenção de críticos especializados, que lhe deram o status de escritora cult. Com seu jeito de escrever, preciso, purificado e despojado de tudo que é supérfluo, Jaeggy cria uma atmosfera íntima, embora tremendamente cruel e distante, na qual respirava emoções contidas, estáticas, silenciosas e poderosas. Muitas vezes seus textos foram definidos como "romances metafísicos", onde a ação ocorre dentro de seus protagonistas. Esta autora é, para muitos, a escritora italiana contemporânea de maior importância. Alcançou o sucesso com <i>I beatti anni del castigo</i>, que foi vencedor do Prêmio Bagutta em 1990. Seu romance <i>Proleterka</i> recebeu o Prêmio Viareggio 2002. Ela é casada com o escritor e editor Roberto Calasso.

    5 Livros
    1 Seguidor

    Fleur Jaeggy