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    El luto humano -

    José Revueltas

    Ediciones Era
    2016
    219 páginas
    7h 18m
    ISBN-10: B006W83RGI
    Espanhol
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    Un cura cristero, un asesino a sueldo, tres miserables matrimonios campesinos, una niña que muere y la tierra inhóspita y la historia malhadada de México: en su segunda novela, Revueltas traza una situación límite donde las pasiones se entrecruzan hasta que las tierras yermas se inundan sepultando a los hijos traicionados de la Revolución y a los cristeros abandonados por dios y por la Iglesia. Cada uno de ellos va al encuentro de su destino con obstinación, y Revueltas condensa en ellos, con feroz maestría, su visión de la desesperada violencia mexicana, que enluta aquí todos los lazos humanos.

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    José Revueltas

    José Revueltas nasceu em Santiago Papasquiaro, no estado de Durango, México, em 1914. Aos seis anos, mudou-se com a família para a Cidade do México; contudo, a morte precoce do pai e a falência do negócio familiar levaram-no à escola pública e à convivência com os pobres e marginalizados, experiência decisiva em sua vida. Abandonou os estudos formais antes mesmo de terminar o primeiro ano do liceu e iniciou sua militância política na órbita do Partido Comunista Mexicano. Em 1929, antes de completar quinze anos, participou de um comício na praça central da cidade e foi levado à prisão, onde permaneceu por seis meses. Sua militância valeu-lhe uma segunda temporada de cárcere, em Islas Marías, em 1932; em 1934, detido ao organizar uma greve de peões de fazenda em Nuevo León, voltou ao mesmo presídio, de onde sairia em 1935. As prisões serviriam de ponto de partida para seu primeiro romance, Los muros de agua, publicado em 1941 e seguido, em 1943, de El luto humano, que lhe valeu o Prêmio Nacional de Literatura. Após um período de silêncio, voltou à cena editorial em 1956, com o romance En algún valle de lágrimas. Em 1958, ao mesmo tempo que se engajava nas grandes greves ferroviárias, publicou o ensaio político México: una democracia bárbara. Em 1960 rompeu com o Partido Comunista e foi um dos fundadores da Liga Leninista Espártaco. Nos anos seguintes aproximou-se do movimento estudantil, participando de marchas, assembleias e ocupações. Após a violenta repressão policial aos estudantes, que culminou no Massacre de Tlatelolco em outubro de 1968, foi detido e condenado a 16 anos de pena na prisão de Lecumberri, local em que, nos primeiros anos de 1969, escreveu a novela El apando (A gaiola). Revueltas foi libertado após dois anos de cárcere, e em 1974 publicou sua última obra literária, os contos de Material de los sueños. Faleceu na Cidade do México em 1976.

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    Durango, México

    José Revueltas