UTHARK - O LADO NOTURNO DAS RUNAS

    THOMAS KARLSSON

    PENUMBRA LIVROS
    2018
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788569871187
    Português Brasileiro

    Uthark – O Lado Noturno das Runas é uma introdução à runosofia e à magia rúnica prática. Além do popular uso oracular das runas, este livro apresenta práticas mágicas, como as bindrunes, bem como os rudimentos da mitologia nórdica, sem os quais a compreensão das runas é limitada. Ao contrário dos livros convencionais de runosofia, Uthark traz uma teoria pouco difundida que pode fazer a diferença no seu modo de ver a as runas. O autor, o sueco Thomas Karlsson, é o principal proponente contemporâneo da hipótese de que a runa Feh fica no final da sequência, e não no começo, como até então se acreditava. Karlsson guia o leitor por uma viagem xamânica pelo reino das runas, começando em Ur e terminado em Feh, e o viajante é fortalecido por novas visões, experiências e conhecimentos adquiridos pelo caminho. A visão geral sobre a magia rúnica e a inovadora hipótese que adiciona um novo nível de complexidade ao bem conhecido Futhark tornam Uthark – O Lado Noturno das Runas uma leitura proveitosa tanto para o completo iniciante quanto para o estudioso avançado da runosofia. Thomas Karlsson estuda e pratica as ciências ocultas há mais de vinte anos, e é o fundador da ordem esotérica Dragon Rouge. Ele é doutor em História da Religião e mestre em História das Ideias. Karlsson também é o autor do clássico Qabalah, Qliphoth e Magia Goética, e apresenta seminários e palestras com regularidade. Além de sua carreira acadêmica e como ocultista, Karlsson também é conhecido por ser o letrista da banda sueca Therion, que aborda temas do ocultismo em muitas de suas músicas.

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    Anderson Marques11/01/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Uthark

    Ele apresenta o uso das runas numa sequência voltada ao microcosmo dando ênfase no despertar e uso do inconsciente simbolizados pela viagem ao submundo. Ainda assim ele faz boa apresentação dos conceitos gerais sempre deixando claro que essa é uma das possíveis formas, sem tentar forçar a ideia de ser a única, fazendo alguns apontamentos interessantes do uso do Futhark e da sequência do Havamal defendido pelo List. Talvez a necessidade de fazer a numerologia bater tenha gerado alguns pontos de discordância, algo que preciso confirmar como diferença real, ou apenas como simples preconceito baseado nos conceitos kabalisticos. A narrativa é boa e a linguagem, ainda que utilizando muitas palavras do sueco, é bem clara e muito bem didática.

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