A Vida das Abelhas -

    Maurice Maeterlinck

    Padrões Culturais
    2012
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-13: 9789897090134
    Português

    Maurice Maeterlinck, laureado com o Nobel da Literatura em 1911, fruto da sua visão profundamente humanista da Natureza, interessou- -se pelos mistérios da vida, observando-os com infinita paciência e sensibilidade, a que aliou o estudo dos mais importantes tratados sobre o assunto, dando origem a obras de extrema originalidade sobre as abelhas, as formigas, e as flores. Maeterlinck não se limitou, no entanto, à fria observação: soube ver nos factos um significado mais profundo e reflectir, no estilo leve de quem conta uma história, sobre as leis mutáveis que governam o nosso mundo. O autor mostra-nos uma Natureza maravilhosa, em como no mais ínfimo detalhe na vida de um insecto se espelha a inteligência de toda a criação.

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    Ademar de Queiroz28/05/2009Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Revisão vergonhosa

    Cheguei ao final da leitura de "A vida das abelhas" impressionado com a organização e peculiaridades que regem o cotidiano desses insetos. No entanto, a decepção com a tradução e a revisão do livro foi ficando maior a cada capítulo. Coisas como "melodia" quando o correto seria "meio-dia" e um festival de mesóclises absurdas (Ter-se-lhes-ão? O que é isso, meu Deus?) me deixaram indignado. "Às vezes" vira "as vozes" mais de uma vez; a conjunção aditiva "e" vira "o" o tempo todo. E como o texto fica confuso em muitos trechos, imagino que a tradução também peque horrores. Uma pena! Uma VER-GO-NHA! E um desrespeito com o leitor e com a literatura. Sinceramente, não tenho coragem de comprar/ler mais nada da coleção "Obras-primas de cada autor" da Martin Claret. Aliás, mais nada da Martin Claret. Queria listar todos os absurdos aqui (como fiz com "Marley & eu"), mas desisti porque seria trabalhoso demais. PS: Vi no blog "Não gosto de plágio" que a tradução de "A vida das abelhas" é de 1915. Foi feita do francês para o português lusitano. Pode estar aí a explicação para o texto confuso (que mencionei anteriormente). Mas para a revisão desastrosa, não há justificativa! PPS: A resenha foi escrita em 9/10/2009; o PS em 29/4/2010

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