Recontado da obra original de Emilio Salgari. Um navio negreiro aporta em 1832 à foz do Quanza contactando um soba local que troca aguardente e outros produtos por escravos. Entretanto, uma razia a uma outra aldeia nas proximidades fornece ainda mais escravos, entre os quais um príncipe, Bonga. O navio ruma para Cuba onde é feita a venda do carregamento a plantadores locais. No regresso à costa africana eclode uma revolta liderada pelo imediato que pretende dedicar-se à pirataria. A revolta é bem sucedida; apenas Bonga e um marinheiro brasileiro se opõem secretamente às operações de pirataria, que têm como base uma ilha (imaginária) no oceano Pacífico, procurando vingar a morte do seu antigo comandante e o seu próprio infortúnio.




