Snow -

    Orhan Pamuk

    Faber & Faber
    2010
    436 páginas
    14h 32m
    ISBN-13: 9780571218318

    The year is 1992. Ka, a poet and political exile, returns to Turkey as a journalist, assigned to investigate troubling reports of suicide in the small and mysterious city of Kars on the Turkish border. The snow is falling fast as he arrives, and soon all roads are closed. There's a 'suicide epidemic' amongst young religious women forbidden to wear their headscarves. Islamists are poised to win the local elections and Ka is falling in love with the beautiful and radiant Ipek, now recently divorced. Amid blanketing snowfall and universal suspicion, he finds himself pursued by terrorism in a city wasting away under the shadow of Europe. In the midst of growing religious and political violence, the stage is set for a terrible and desperate act . . . Touching, slyly comic, and humming with cerebral suspense, Snow evokes the spiritual fragility of the non-Western world, its ambivalence about the godless West, and its fury.

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    Marcos Augusto08/03/2025Resenhou um livro
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    O poeta turco Ka, que esteve exilado na Alemanha por doze anos, retorna a cidade de Kars sob o pretexto de relatar o aumento de suicídios entre jovens mulheres muçulmanas, porém ele está na cidade por que espera conquistar a bela e esquiva İpek Hanim, uma ex-colega de classe que se divorciou de seu marido, Muhtar Bey, três anos antes. Quando uma forte nevasca isola a cidade do resto do mundo, Ka testemunha o assassinato do diretor do Instituto de Educação por um radical em busca de vingança pelos suicídios. Um ator Sunay Zaim aproveita o isolamento para encenar um violento golpe sob os auspícios de uma peça, 'Minha Pátria ou Meu Lenço na Cabeça', que sua companhia de teatro está apresentando. As jovens mulheres que tiraram suas vidas aparentemente não tinham permissão para entrar em universidades e outras instituições educacionais com um véu, já que o governo passou a ver o véu como um símbolo do islamismo político e, como uma instituição secular, o proibiram. Embora esse conflito nas mentes das jovens da cidade pareça ser uma explicação perfeitamente aceitável para a maioria das pessoas em relação aos seus suicídios, Ka descobre que as coisas não são tão simples. Destituídas e limitadas como mulheres, sua única chance de reivindicar a dignidade em suas vidas é escolher quando essa vida termina. O romance trás uma importante discussão entre fé e secularização, moderno e tradicional.

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