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    Fitas de Cinema - Contos

    Aldyr Garcia Schlee

    [Porto Alegre] Ardotempo
    2015
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-13: 9788562984426
    Português Brasileiro
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    — São lembranças da juventude do autor que inspiraram "Fitas de Cinema". Trata-se de uma compilação de narrativas curtas conectadas entre si - fórmula na qual Schlee é mestre. O tema não podia ser mais pop: os filmes que ele viu no Theatro Esperança, gerenciado por seu avô em sua cidade natal, Jaguarão, (RS), e no Cine Río Branco, que ele frequentava aos domingos, na década de 1950. Fitas de Cinema é dividido em cinco partes, que recriam cenas de cinco longas-metragens - a partir daquilo que Schlee imaginou e seguiu rememorando nos anos seguintes: Um Lugar ao Sol (de George Stevens, 1951); Lágrimas do Céu (de Joseph Anthony, 1956); Os Brutos Também Amam (George Stevens, 1953). Os outros dois filmes reinventados são O Barco das Ilusões (George Sidney, 1951) e Seduzida e Abandonada (Pietro Germi, 1964). ==== https://dicionariodetradutores.ufsc.br/pt/AldyrGarciaSchlee.htm https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/noticia/2015/10/em-novo-livro-aldyr-schlee-relembra-e-interfere-em-classicos-do-cinema-4887044.html

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    Aldyr Garcia Schlee

    Aldyr Garcia Schlee nasceu no dia 22 de novembro de 1934 em Jaguarão. Foi escritor, jornalista, tradutor e desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias de contos e de ensaios. Alguns de seus livros foram publicados primeiro no Uruguai. Traduziu a importante obra “Facundo”, do escritor argentino Domingos Sarmiento. Fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, reporter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense. Ganhou o prêmio Esso de Jornalismo. Foi fundador da Faculdade de Jornalismo da UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1934, quando foi preso e respondeu a vários IPMs. Foi professor de Direito Internacional da faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas(UFPel) por mais de trinta anos, onde também foi pró-reitor de Extensão e Cultura. Torce para o Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate” publicado em seu livro “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira de Futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Em 1953, aos 19 anos, ele venceu 201 candidatos no concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da seleção. Como prêmio, Aldyr ganhou o equivalente a vinte mil reais e um estágio no Correio da Manhã, no Rio de Janeiro, onde pode conhecer e conviver com figuras expoentes do jornalismo da época como Nelson Rodrigues, Antônio Callado, Millôr Fernandes e Samuel Wayner. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos de Literatura. Em novembro de 2009 publicou “Os limites do impossível, os contos gardelianos” pela editora Ardotempo e em 2010, pela mesma editora, o romance “Don Frutos”, ano em que foi também destacadado com o Prêmio Fato Literário de 2010. Tem três filhos, três netos e seu passatempo era o futebol de botão, cujo time “veste” a camiseta do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre, com a escalação dos anos 60. Faleceu no dia 15 de novembro de 2018, em Pelotas, após lutar contra um câncer de pele por seis anos.

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    Rio Grande do Sul, Brasil

    Aldyr Garcia Schlee