Juliet Takes A Breath -

    Gabby Rivera

    Disney-Hyperion
    2019
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9781368026307

    Meet Juliet Milagros Palante. A self-proclaimed closeted Puerto Rican baby dyke from the Bronx. Only, she's not so closeted anymore after coming out to her family the evening before she flies to Portland, Oregon (of all places), to intern with her favorite feminist writer-an experience that Juliet is certain will change her world. However, coming out doesn't go so well, and, when she leaves home, Juliet's not so sure if her mother will ever speak to her again. As she embarks on a summer full of explorations of race and identity, queer brown dance parties, and a motorcycle-riding librarian, Juliet will ultimately learn that feminism is whatever she decides it is, and only she can create the life she wants. As praised by Roxane Gay, Juliet Takes a Breath is "quite dazzling, funny as hell, poignant, [and] F***ing outstanding." You'll fall in love with this coming-of-age story about a young woman's journey to find herself to define herself-as she comes out to her family, herself, and the world.

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    Lorrany Lima29/06/2021Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    Tenho muita coisa para falar de "Juliet takes a breath", mas não sei por onde começar. Ao mesmo tempo que gostei muito de algumas partes, encontrei muitos problemas em outras, então vou apenas deixar aqui comentários do que se destacou para mim. O que gostei: gostei muito, por exemplo, da jornada da protagonista, Juliet representa muita gente que está naquela fase de descobrir a própria identidade social e como isso vai se interseccionalizar com pautas como o feminismo, o antirrascismo e o movimento LGBTQIA+. Inclusive, o livro questiona o feminismo branco o tempo todo, o que é muito bom, pois Juliet vai aprendendo aos poucos que o feminismo que Harlowe descreve em "Raging Flower" talvez não seja tão universal assim. Os capítulos em Miami também são muito legais, adorei ver a protagonista se cercando de pessoas que entendiam ela. Por último, existe muita diversidade entre os personagens, tanto em se tratando de raça e etnia (negros, asiáticos e latinos) quanto de identidade de gênero e sexualidade. O que não gostei: o livro simplesmente não tem plot nenhum. Vi outras resenhas sobre isso e realmente parece que a autora tinha uma ideia mas que não soube muito bem desenvolvê-la. Tem um personagem que aparece logo quando Juliet chega em Portland e depois ele SOME e não volta mais. Fiquei o livro todo esperando ele aparecer de novo para dar um fechamento nessa parte e quando a história acabou eu fiquei??? Outros plots são introduzidos e não são bem acabados. Além disso, Harlowe me irritou o livro todo, mas a cena da leitura de "Raging Flower" foi a coisa mais escrota que ela fez e ela não teve a decência de pedir desculpar direito. Ainda teve coragem de falar que não entendia muito bem o que tinha feito de errado. Quanto à diversidade, realmente é muito bom a presença de tantos personagens diversos, mas pareceu que a autora ficou com medo de denominar certos personagens como bissexuais. Por último, o final é ruim. Não tem outra forma de descrever isso, só é ruim. Concluindo, achei o livro razoável, muita coisa poderia melhorar, mas a história não foi toda ruim.

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