Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas78
    • Leitores3776
    • Similares6
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Memórias de um Amigo Imaginário -

    Matthew Dicks

    Editorial Planeta
    2013
    328 páginas
    10h 56m
    ISBN-13: 9789896573331
    Português
    4.3
    759 avaliações
    Leram1052Lendo59Querem2616Relendo1Abandonos48Resenhas78
    Favoritos0Desejados2616Avaliaram759

    O meu nome é Budo. Existo há cinco anos. Cinco anos é muito tempo para alguém como eu. Foi Max quem me deu o nome. Max tem oito anos. Max é o único ser humano que consegue ver-me. Sei aquilo que Max sabe e algumas coisas que não sabe. Sei que Max corre perigo. E sei que sou o único que pode salvá-lo." Uma calorosa história de amor, lealdade e poder de imaginação; um romance perfeito para quem já teve um amigo - verdadeiro ou não.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover

    Similares (6)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (78)Ver mais
    Psychobooks picture
    Psychobooks07/03/2013Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    www.psychobooks.com.br Eu não sabia desse lançamento da iD. Não tinha ideia da premissa e muito menos que se tratava de um livro onde o protagonista fosse autista. Antes de começar a resenha, acho interessante situar todos os leitores: Sou mãe de um autista não verbal de 16 anos. Gosto de ler todo romance com foco no tema, mas confesso que sempre fico com o pé atrás sobre a abordagem, em como as características das síndrome serão abordadas; se a caracterização do personagem não confundirá mais os leigos do que esclarecerá. Meu foco, quando leio um livro dentro desse tema é sempre mais crítico; sempre começo a leitura com o pé superatrás, pronta para não me deixar levar por muitas fantasias e preparada para apontar qualquer erro de narrativa, questionar qualquer pormenor. Vou seguir minha divagação e ir além; caso não queira mais informações técnicas, pule esse parágrafo. Estava aqui escrevendo e me peguei questionando a quantidade de autistas na literatura hoje em dia, percebi uma criança com características no livro "Sob a Redoma", apesar de nada ficar claro; em Gone há o Pequeno Pete; em Branca de Neve tem que morrer, há um asperger de 30 anos... E por aí vai. Há uma explicação para essa inserção: houve um boom da síndrome nos últimos anos. O autismo se tornou mais comum em todos os meios, então seria até meio óbvia a sua disseminação em todos os meios de mídia. Mas voltemos ao livro. Budo é amigo de Max. Budo já vive há 6 anos; ele é o amigo imaginário com a vida mais longa que já encontrou. Max é um menino especial (em nenhum momento Budo o classifica como autista, mas seus maneirismos deixam a síndrome clara), ele tem dificuldades de relacionamento, não gosta de ser abraçado, não gosta que sua mãe o beije. Prefere que as pessoas não conversem muito com ele. Se interessa mais por algumas matérias do que por outras. Está na terceira série, mas é um especialista em guerras e táticas. Só ele enxerga Budo e quando o Max estiver em apuros, só Budo poderá salvá-lo. A narrativa desse livro é dessas que conquista desde a primeira linha. Budo tem uma forma madura e ao mesmo tempo inocente de se expressar. A forma como ele retrata sua existência e tem consciência de sua efemeridade é tocante! Ele viverá enquanto Max acreditar nele; ele é um produto da imaginação de Max e vive segundo as regras que seu amigo criou e imaginou para ele, então Budo tem uma certa liberdade em relação à sua existência, não depende apenas do amigo para se locomover e aprender sobre o mundo real. Budo é mais maduro, conhece melhor as pessoas más, conhece os males do mundo. No livro há de tudo um pouco, há drama, há comédia, há suspense, há terror... O enredo é rico e único. Dessas histórias simples e ao mesmo tempo complexas. Acompanhamos durante toda a narrativa a visão de Budo sobre a vida e o mundo. Em alguns momentos dá uma certa agonia frente à sua impossibilidade de comunicação com mundo sem que seja por meio do Max. A amizade dos dois e a forma que Max precisa de Budo e Budo supre Max também é de tirar lágrimas dos olhos. Há passagens repetidas propositalmente. Budo se repete muito, talvez como uma forma de autoafirmação, talvez como reflexo de seu eu infantil... Seja lá qual for o motivo, essa forma de construção do enredo gerou uma verossimilhança absurda. Budo é único, sua forma de pensar é única. Sua forma de agir é única. Max nos conquista porque vemos suas peculiaridades através dos olhos de Budo e a carga emocional é tão grande, o amor é tão intenso, que fica impossível não admirar e torcer por esse garoto tão especial. A forma que Budo enxerga e descreve o Max é tão contagiante que quando percebemos, já estamos apaixonados. Há toda uma questão de dúvida existencial que acompanha Budo. Há no enredo um tom intenso de "Penso, logo existo!", que também fica impossível não questionar até onde Budo é Budo e não apenas obra da imaginação fértil de seu amigo real. A linha entre o real e a imaginação se funde de uma forma que nunca vi em outro livro de fantasia. De um lado existem os "reais", as pessoas que Budo vê e às quais não tem acesso, mas que são tão ligadas ao seu emocional que em nenhum momento questionamos seus sentimentos por elas, e do outro lado há os seus amigos imaginários, que são todos os amigos imaginários que ele encontra durante suas caminhadas, estando ou não com Max. A regra é que eles podem se ver, mas o amigo real enxerga apenas o seu amigo imaginário. Há uma troca tão intensa de experiências entre os seres; uma cumplicidade e um amor tão palpável por seus amigos reais; uma consciência do porquê de sua existência e do que realmente importa. É a coisa mais linda, o sentimento mais puro! O autor Matthews Dicks dá outra roupagem a esses seres. É o tipo de história que quando pegamos para ler pensamos que será apenas mais uma; uma fantasia infantojuvenil sem muita novidade, um livro que tem tudo para ser apenas mais um, mas que com a delicadeza das palavras nos toca de uma forma única. Super-recomendado! Parem tudo e vão ler AGORA! Obs: Andamos reclamando muito por aqui da revisão falha da Editora iD em outros livros. Esse livro tem problemas de revisão na capa, mas seu texto não está tão ruim. Percebi alguns erros, o mais crasso foi um "auto-falante" (sic - o correto seria alto-falante), grafado de forma completamente errada, ( Até no erro tem erro, se fosse autofalante, o correto seria tudo junto!) mas no geral a edição está boa. Espero que esses erros sejam sanados na próxima tiragem. "- Mas você tem de ser a pessoa mais corajosa do mundo para sair todos os dias sendo você mesmo, quando ninguém gosta de quem você é - explico - Eu nunca conseguiria ser assim tão corajoso como Max." "Monstros são sempre ruins, mas monstros que não andam nem falam como monstros são os piores." "Persistir. Gosto dessa palavra. Eu persisto."

    33 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 759
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas3%
    • 1 estrelas1%