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    O desterro dos mortos - contos

    Aleilton Fonseca

    Relume Dumará
    2001
    124 páginas
    4h 8m
    ISBN-10: 8573162546
    Português Brasileiro
    3.8
    201 avaliações
    Leram439Lendo177Querem1299Relendo12Abandonos8Resenhas13
    Favoritos18Desejados1299Avaliaram201

    Um conjunto de contos do escritor Aleilton Fonseca, com linguagem simples e elegante numa profusão de vivências. Uma prosa simples, atraente, com leveza digna de um grande escritor. A marca das narrativas, a morte, instiga o leitor para o pensar na existência.

    Resenhas (13)Ver mais
    iellen Bruna  picture
    iellen Bruna 11/01/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Incrível

    A leitura é muito fluida. O autor consegue te fazer sentir apego e empatia pelos personagens. Trata sobre a morte, assunto esse que muitos preferem nem comentar. As narrativas são fantásticas. Agora pela 2° vez que estou relendo, consegui compreender e interpretar melhor. Enfim, super recomendo para além do vestibular.

    31 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 201
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas27%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas3%
    Aleilton Santana da Fonseca profile picture

    Aleilton Santana da Fonseca

    Aleilton Fonseca nasceu em Itamirim, hoje Firmino Alves, Bahia. É poeta, ficcionista, ensaísta e professor universitário. Em 1977, começa a publicar contos e poemas no Jornal da Bahia, de Salvador, tendo vencido 3 vezes o seu Concurso Permanente de Contos. Publica também no suplemento A Tarde/Novela, do jornal A Tarde. Em Ilhéus passa a assinar a coluna "Entre Aspas", no Jornal da Manhã. Ainda neste ano, vence um prêmio de contos da Editora Grafipar, do Paraná, além de outros locais. Em 1979, ingressa no curso de Letras da UFBA. Organiza seu primeiro livro de poemas, que recebe Menção Honrosa no concurso Prêmios Literários Universidade Federal da Bahia. Em 1984 ingressa, como professor, no curso de Letras da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, transferindo-se para a cidade de Vitória da Conquista. Publica o livro de poemas, O espelho da consciência. Em 1988, especializa-se em Literatura brasileira, ao ingressar no Mestrado em Letras, na Universidade Federal da Paraíba. Em 1992 defende tese de mestrado, sobre música e literatura romântica. Em 1997, defende a tese de doutorado intitulada: “A poesia da cidade: Imagens urbanas em Mário de Andrade”, que sairá em livro proximamente. Ainda em 1996 retorna a Salvador, onde fixa residência. Concorre ao "Prêmios Culturais de Literatura" da Fundação Cultural do Estado da Bahia, com o livro Jaú dos Bois, que fica entre os vencedores (3o Lugar) e é publicado pela Relume Dumará, em 1997. Em 1998, funda, em parceria com Carlos Ribeiro e outros escritores, Iararana – Revista de arte, crítica e literatura, periódico de divulgação da geração 80. Em 1999, transfere-se para a Universidade Estadual de Feira de Santana, integrando-se ao grupo fundador do curso de Pós-Graduação em Literatura e Diversidade Cultural (PPgLDC), tendo já orientado várias dissertações concluídas. Em 2003 leciona, como professor convidado, na Universidade de Artois (França). Neste ano e nos seguintes faz palestras nas Universidades: Sorbonne Nouvelle, Nanterre, Artois, Rennes, Toulouse Le Mirail (França) e ELTE (Budapeste). Tem participado de diversos eventos universitários e culturais em vários estados do país. Em 2001 publica o livro de contos O desterro dos mortos. Nesse ano recebeu o Prêmio Nacional Herberto Sales – Contos, da academia de Letras da Bahia, com o livro O canto de Alvorada, publicado em 2003,com 2ª edição em 2004, pela Editora José Olympio. Em 2005 co-organiza (com o escritor Cyro de Mattos), o livro O triunfo de Sosígenes Costa: estudos, depoimentos, antologia (Ilhéus: Editus; Feira de Santana, UEFS Editora, 2005.), que recebeu o Prêmio Marcos Almir Madeira 2005, da União Brasileira de Escritores-RJ. Em 2009 completou 50 anos e foi homenageado pelo Lycée des Arènes, em Toulouse-França, com uma exposição de trabalhos de alunos sobre seu livro Les marques du feu. Na Bahia foi homenageado pelo IL-UFBA. Neste mesmo ano, seu romance Nhô Guimarães foi adaptado para o teatro e encenado em Salvador e outras cidades. É correspondente da revista francesa Latitudes: cahiers lusophones. Desde 2005, pertence à Academia de Letras da Bahia, ocupando a cadeira nº 20. É membro da UBE-São Paulo e do PEN Clube do Brasil.

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    Bahia, Brasil

    Aleilton Santana da Fonseca