É quase uma continuação de uma obra como Marx e Engels historiadores da literatura, reunindo alguns artigos posteriores, os artigos de realismo crítico hoje são dos fins da década de 50 no espírito gerada pelo XX congresso do PCUS e início do processo de "desestalinização" logo se faz visível uma mobilidade crítica maior dentro dos textos de Lukács graças ao enfraquecimento do Jadnovismo chamado de "Romantismo revolucionário" que expressava um subjetivismo ideológico e era muito distante do que se esperava de um verdadeira literatura realista e socialista. Os ensaios seguem o mesmo espirito do ensaio "Marx e o problema da decadência ideológica" onde Lukacs expôs elementos que diferenciam uma literatura realista de Homero, a Shakespeare, passando do Dostoiévski, Tolstoi a Thomas Mann ao que ele considera uma literatura decadente como Ibsen e Camus, um destaque é o julgamento apressado que Lukács faz em "Realismo crítico hoje" sobre a obra de Kafka, uma postura que Lukacs ao final dos aos 60 iria modificar.