The witches, beasties, goblins, and Royals return in this spellbinding conclusion to New York Times best-selling author Megan Shepherd’s Grim Lovelies duology.
The witches, beasties, goblins, and Royals return in this spellbinding conclusion to New York Times best-selling author Megan Shepherd’s Grim Lovelies duology.
Após a derrota em Montélimar, na batalha contra Mada Zola e os Reais, a Anouk está atrás de um jeito de aumentar seus poderes e se tornar uma bruxa de verdade – tudo para trazer os amigos de volta e ajudar os Goblins a reconquistar Londres. Mas, como se os desafios já não fossem suficientes, ela é surpreendida por um novo problema: o Príncipe Rennar bate à sua porta pedindo socorro. A cidade foi tomada por forças misteriosas que ameaçam destruir tudo o que eles conhecem, e ele precisa dela para invocar uma lei antiga que obrigue todos os Reais a se unirem contra o mal maior. A narrativa corre super bem, sem aqueles momentos cansativos ou arrastados demais. Cada acontecimento contribui para a construção da trama e para as descobertas que vão se revelando ao longo da história. Confesso que senti falta de um pouco mais de profundidade em certos relacionamentos e ambientes – uma exploração maior desses detalhes teria sido bem legal. A adrenalina da aventura, a busca incessante pelo poder, os altos e baixos, os enigmas e mistérios – tudo isso se mistura de forma deliciosa, despertando uma angústia excitante, uma empolgação contagiante e aquela vontade insana de continuar lendo. No começo, ficamos coladinhos com a Anouk, acompanhando sua busca desesperada por mais poder. Vimos a confiança e habilidade que ela construiu no volume anterior serem abaladas e quase perdidas, para depois serem resgatadas de uma forma super emocionante. Os outros personagens continuam marcantes e cativantes. Alguns, talvez, tenham perdido um pouco do brilho e ficado até meio chatos em certos momentos, mas nada que atrapalhe a diversão. Curti bastante a mudança no Viggo – era importante que ninguém o tratasse como um mero bobalhão; teria sido legal vê-lo mais em ação. A presença do Beau ficou menos constante do que no primeiro livro, ganhando seu momento de glória só no final. O mesmo rolou com o Cricket e o Hunter Black. Por outro lado, o Luc ganhou mais presença e atitude, mostrando tudo aquilo que ficou de fora no volume anterior – ele simplesmente arrasou! Quanto à escrita, não sei dizer se consigo avaliar direito, já que li numa tradução do Google. Mas, olha, isso não tirou nem um pouco do meu prazer de ler – a obra é super boa e leve de acompanhar. Confesso que senti falta de um pouco mais de aprofundamento; ler uma versão de 600 ou mais páginas, repleta de momentos de magia, terror e romance, seria um sonho. E, para quem se pergunta sobre o romance: sim, ele está ali, marcando presença. Embora não seja o motor principal da história, tem seu papel importante no desenvolvimento de certos personagens. Talvez eu tenha sido meio ingênua e caído na lábia de alguém – mas, sério, ficou claríssimo desde o início quem seria o endgame, e o final foi super coerente. Teve um momento no final em que a atitude de um personagem me deixou chocada – foi daqueles "O que você tá fazendo? POR QUÊ?" Eu, inclusive, tinha uma esperança absurda, kkkkk. Gente, vocês não imaginam o desespero que passei para conseguir ler essa continuação! Foi devastador terminar o primeiro livro e descobrir que o segundo não estava disponível no Brasil – e encontrar um PDF em inglês parecia missão impossível. Mas, no final, movi algumas montanhas e consegui! Valeu demais, porque o fascínio e o encanto pela obra continuam vivos. A cada capítulo, a angústia de ver o fim se aproximar só aumentava, como se eu não quisesse deixar esse universo tão incrível para trás – não encontrei nem mesmo uma fanfic para me consolar! Desta vez, li tudo embalado pelo som de AURORA e Cyndi Lauper – o clima meio fantasioso e o pop rock combinaram demais com a vibe da leitura. Não quero que isso pareça uma despedida – e, na verdade, não é! A história se encerra deixando aquele gostinho de quero mais, com problemas a serem resolvidos e mistérios para serem desvendados. Então, se os desejos dessa leitora conseguir tocar o coração da autora, será uma benção dos céus. Quem sabe um dia esse livro e sua tão esperada continuação (sim, ouvi um “amém”) sejam lançados oficialmente e ganhem a visibilidade que merecem, fazendo esse fandom – que hoje só tem 5 pessoas– crescer ainda mais. Ainda sinto que tenho tantos sentimentos guardados e que não consigo expressá-los totalmente... Espero que esse “pouquinho” que consegui colocar aqui seja suficiente para mostrar o amor que sinto. Todo meu amor, fascínio e encanto a essa duologia ✨ Luc segurou o rosto dela e pressionou suas testas juntas. “Anouk, não perca a esperança. Você sabe como as histórias surgem? Há magia nas histórias, mas não do tipo feito com truques e sussurros. As histórias começam com uma pessoa e uma ideia. Os contos de fadas não precisam de feitiços para trazê-los à existência; eles só precisam de um sonhador com um bom conto sobre pessoas que lutam pelo que amam e um mundo que depende de suas ações. Dust Bunny, você não precisa mais dos meus contos de fadas, entendeu? Tudo o que eles sempre foram foram palavras e desejos. Eu os inventei. Você está vivendo sua própria história agora. A história de uma fera que se tornou uma princesa. Uma empregada que salvou uma cidade. Há um lugar para você neste mundo. Encontre-o. Escreva sua própria história. Eu prometo a você, ela será contada por eras por vir por Pretties reunidos em volta de fogueiras, por Goblins tomando chá, até mesmo por Royals. Você é mágica, Anouk.” 🪄✨🦉🧹🌑


