Lendo o primeiro livro da Trilogia “Homens da Lei”, é impossível não se encantar pelo doce Policial Barreto. Membro da equipe do Delegado Avilar, ele se torna mais do que um colega de equipe, mas também um amigo para Ricardo e Júlia.
Barreto sofreu um ataque covarde de uma gangue homofóbica e além de ter ficado muito ferido, perdeu seu amor de adolescência, Calebe. Agora, cerca de um ano depois ele começa a volta a sua rotina no trabalho e na vida. Um dia, fazendo patrulha na comunidade da Rocinha, vê um homem saindo desolado de uma casa após ser menosprezado pelo pai. Ele se entende o sofrimento daquele homem, mas nada pode fazer para ajudar. Meses depois, Barreto sofre um acidente e se depara com olhos maravilhosos ao acordar e um sorriso de anjo. Olhando atentamente, Barreto reconhece o homem que viu naquela noite. Ele também consegue ver em seus olhos a dor de não se aceitar.
O doutor Galvão Souza é um homem que venceu na vida, mesmo pobre conseguiu uma vaga em uma faculdade de medicina e hoje é um médico residente. A única coisa que impede sua felicidade total é não ser aceito por seu pai, um radical religioso que o expulsa de casa. Por isso ele inibe suas vontades e tenta parecer hétero, mesmo não sendo. Até que se depara com o doce policial Barreto, um homem gentil que mexe com seu interior, mas antes de se entregar, ele precisa mais do que tudo se aceitar.
O conto é bem rápido e só nos traz o encontro e sentimentos de Barreto e Galvão, só não ganhou 5 estrelas porque foi muito curtinho (merecia pelo menos umas 100 páginas e não as 36 que tem). A história tinha muito potencial e personagens extremamente cativantes, além das participações de personagens anteriores que amamos (aliás e as maquinações da Júlia hein?! Haahhahaha). Enfim, curti e estou ansiosa pelos próximos. Partiu conhecer o Juiz TDB.