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    El patriarcado del salario - Critiscas feministas al marxismo

    Silvia Federici

    Tinta Limon
    2018
    115 páginas
    3h 50m
    ISBN-13: 9789873687396
    Espanhol
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    Marx entendió el capitalismo como una etapa necesaria para llegar a una sociedad sin clases en un mundo sin escasez. Fascinado por la potencia productiva del capitalismo industrial que tan ferozmente combatía, dejó de lado la explotación del trabajo no asalariado, el trabajo no pagado de las mujeres dedicado a la reproducción de la mano de obra; un trabajo que consideraba natural y arcaico. Estas dos limitaciones del trabajo teórico de Marx marcaron en enorme medida el desarrollo de las teorías y luchas marxistas, centradas desde entonces en la fábrica y casi siempre magnetizadas por el fetichismo tecnológico. Silvia Federici y otras feministas de los años setenta, tomando a Marx pero siempre más allá de Marx, partieron de su idea de que "el capitalismo debe producir el más valioso medio de producción, el trabajador mismo". A fin de explotar esta producción se estableció el patriarcado del salario. La exclusión de las mujeres del salario otorga un inmenso poder de control y disciplina a los varones a la vez que esvaloriza e invisibiliza su trabajo. Esta invisibilización no solo es útil para explotar el gigantesco ámbito de la reproducción de la fuerza de trabajo. Al mismo tiempo, y al igual que la desvalorización de otras muchas figuras (esclavos, colonizados, migrantes), sirve al capitalismo en su principal objetivo: construir un entramado de desigualdades en el cuerpo del proletariado mundial que le permita reproducirse.

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    Silvia Federici

    Silvia Federici é militante do feminismo marxista, nascida na cidade italiana de Parma em 1942, mudou-se para os Estados Unidos em 1967, onde foi co-fundadora do Coletivo Internacional Feminista (International Feminist Collective), participou da Campanha por um salário para o trabalho doméstico (Wages for Housework Campaign) e contribuiu com o Coletivo notas da meia-noite (Midnight Notes Collective). Durante os anos 1980 foi professora na Universidade de Port Harcourt, na Nigéria, onde acompanhou a organização feminista Mulheres na Nigéria (Women In Nigeria) e contribuiu para a criação do Comitê para a liberdade acadêmica na África ( Committee for Academic Freedom in Africa). Na Nigéria pôde ainda presenciar a implementação de uma série de ajustes estruturais patrocinada pelo Fundo Monetário Internacional e pelo Banco Mundial. Atualmente é professora emérita da Universidade de Hofstra, em Nova York. Além de Calibã e a Bruxa: Mulheres, Corpo e Acumulação Primitiva (Caliban and the Witch: Women, the Body and Primitive Accumulation), escreveu o livro Revolução em Ponto Zero: trabalho doméstico, reprodução e luta feminista (Revolution at Point Zero: Housework, Reproduction, and Feminist Struggle), inédito no Brasil, e possui inúmeros artigos sobre feminismo, colonialismo, globalização, trabalho precário, commons e outros temas correlatos.

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    Silvia Federici