O caso de Pedro e Inês (Série: Intersecções Literárias) - Inês(quecível) até o fim do mundo

    Francisco Maciel Silveira

    Kapulana
    2015
    80 páginas
    2h 40m
    ISBN-13: 9788568846025
    Português Brasileiro

    O caso de Pedro e Inês, Inês(quecível) até o fim do mundo, da série “Intersecções literárias”, é um ABC de Literatura dedicado a leitores à procura de uma literatura menos conservadora e com profundidade literária. Nesta obra, o autor brasileiro, como Xico Maciel, conta, em formato de literatura de cordel, a história clássica do amor entre o infante português Pedro e a galega Inês de Castro, coroada rainha depois de morta. Dan Arsky ilustra essa tragédia romântica de maneira analógica, com pincéis e canetas nanquim sobre papel offset.

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    Kellen Suamy13/04/2019Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Inês(quecível)

    Amei o livro. Adorei conhecer o trabalho do autor (Francisco Maciel Silveira). O livro é delicioso de se ler. É escrito na forma de cordel (versos com rima) acompanhado de ilustrações. Eu não conhecia a história verídica de Pedro e Inês de Castro; ouvi sobre essa história durante uma aula na qual a professora comentou que na sua opinião a história de Pedro e Inês é a história mais dramática de amor que ela conhece (ocorrida em mil trezentos e alguma coisa em Portugal). Se trata de uma trágica e impactante história de amor entre o príncipe sucessor ao trono de Portugal, Pedro, e a aia de sua esposa, Inês. Procurando saber um pouco mais sobre essa história encontrei esse livro de leitura leve, agradável e inês(quecível). "Já tinham alertado Afonso o quanto os Castros eram sonsos, aranhas tramando suas teias; traição corria por suas veias. Língua e sangue de serpente, tenha cautela toda gente! O sussurro dos corredores, o ouvido tuberculoso das paredes e arredores - tudo fazia mais sonoroso os suspiros e os ardores daquele amor escandaloso. Urgia pôr um ponto final naquele caso amoroso que todos sabiam ser um mal, para o reino em tudo danoso. Permitia-se a mancebia, porém sem risco à dinastia! Mancebia era só folgança, brincadeira, divertimento, fuga ao tédio do casamento, entre reis sabida usança. Não tomasse o adultério, porém, feição de caso sério."

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