Foram mais de 6 meses para finalizar essa leitura, mas não faria diferente. Esse foi um dos tantos que minha comadre e eu trocamos, partindo da ideia "eu li e você precisa ler". foco no termo. precisa. é, de fato, uma troca. sinto que mylla quis me dizer algo. saia da zona de conforto. se encare. identifique. reflita. fiz muito isso, mas principalmente, me testei. continuar esse leitura, com essa dificuldade de concordar cegamente (não que eu deva) no autor, foi um teste. e eu passei. lembro de pensar em abandonar, mais de uma vez, para falar a verdade. mas dizia à mim que ia contra meus princípios, assim como o próprio tema apresentado. melhor continuar. e que bom. assim pude reconsiderar toda a forma de amar que me fora apresentada desde o nascimento. de que maneira isso se aplica hoje em dia. o que posso fazer com isso? estou errando? acertamos em algum momento? existe uma melhor maneira de demonstrar amor? outra? diferente? seremos sempre dependentes uns dos outros? estamos nos destruindo? destruindo quem amamos? como, se os amamos? será possível mesmo alcançar o estágio de "+amor"? isso existe mesmo? espero que sim. e que todos cheguemos lá. porque, me parece ser, a forma mais plena possível de viver amando. e amar me parece a forma mais plena de se viver. que sejamos melhor. por nós. e por quem amamos.
uso as palavras do próprio: "que tudo isso nos leve a refletir e perceber o tamanho da destruição que podemos estar fazendo ao defender o amor e sua inexorável dependência, no lugar de formar criaturas livres e independentes."