A política sobre o armamento, independentemente do posicionamento de cada um, é assunto de discussão importante na atualidade.
Na reportagem de capa, de texto dinâmico para leitura rápida, foram apresentados:
- liberação da posse (que permite qualquer cidadão acima de 25 anos ter até quatro armas em casa, preenchendo-se os requisitos necessários - o texto apresenta o que foi estabelecido no decreto);
- parecer entre adeptos ou não à essa política (aqueles que apoiam ainda estão insatisfeitos pela não liberação do porte, e para os contrários, o enfoque prático é o baixo impacto na redução da violência).
- avaliação da situação através de um quadro do que seria mito e realidade no pensamento em torno do assunto.
Acredito que se tem impacto baixo na escalada da violência, o mesmo não pode ser dito em relação à cultura que predispõe, de valorização e apego às armas. Instiga a imagem de um objeto de necessidade básica nos lares, predispondo essa mentalidade nas tenras gerações, nesse mundo altamente somatório de influências cada vez mais decadentes. Assemelha-se à regressão, implantação de algo retrógrado na sociedade, em que o cidadão parece fazer justiça por si mesmo, quando o país deveria ter suas leis e instituições fortalecidas, com credibilidade de realmente fazer valer a justiça.
De minha parte, detesto armas e vejo esse movimento como influência das elites, os maiores interessados. O Estado só demonstrou sua ineficiência. Imagine só, que 'avanço' será a cultura de milhares de armas nas casas e futuramente os cidadãos andando com elas pelas ruas. Cadê o Estado e a segurança pública?