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    ISTO É Nº 2560 (21 de Janeiro de 2019) - Às armas, cidadãos?

    não informado

    Três
    2019
    68 páginas
    2h 16m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3
    1 avaliação
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    Nesta edição, destaque para 'Às armas, cidadãos?'

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    R . picture
    R .21/12/2020Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A política sobre o armamento, independentemente do posicionamento de cada um, é assunto de discussão importante na atualidade. Na reportagem de capa, de texto dinâmico para leitura rápida, foram apresentados: - liberação da posse (que permite qualquer cidadão acima de 25 anos ter até quatro armas em casa, preenchendo-se os requisitos necessários - o texto apresenta o que foi estabelecido no decreto); - parecer entre adeptos ou não à essa política (aqueles que apoiam ainda estão insatisfeitos pela não liberação do porte, e para os contrários, o enfoque prático é o baixo impacto na redução da violência). - avaliação da situação através de um quadro do que seria mito e realidade no pensamento em torno do assunto. Acredito que se tem impacto baixo na escalada da violência, o mesmo não pode ser dito em relação à cultura que predispõe, de valorização e apego às armas. Instiga a imagem de um objeto de necessidade básica nos lares, predispondo essa mentalidade nas tenras gerações, nesse mundo altamente somatório de influências cada vez mais decadentes. Assemelha-se à regressão, implantação de algo retrógrado na sociedade, em que o cidadão parece fazer justiça por si mesmo, quando o país deveria ter suas leis e instituições fortalecidas, com credibilidade de realmente fazer valer a justiça. De minha parte, detesto armas e vejo esse movimento como influência das elites, os maiores interessados. O Estado só demonstrou sua ineficiência. Imagine só, que 'avanço' será a cultura de milhares de armas nas casas e futuramente os cidadãos andando com elas pelas ruas. Cadê o Estado e a segurança pública?

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