Uma boa introdução ao assunto, embora com algumas ideias que, acredito, já estejam ultrapassadas ( o livro é de 2004). Achei preciosa articulação de Beckhäuser dos adjetivos atribuídos à participação na liturgia proposta pelo Concílio Vaticano II. Achei interessante de ser um dos poucos autores que li até aqui sobre o assunto que ressoam a a graduação de importância dos cantos litúrgicos propostos pela Instrução Musicam Sacram. O autor explica até o porquê dos cantos de primeira importância (diálogo presidente e assembleia) serem os menos cantados aqui no Brasil.
